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Funcionário furtou mais de 80 kg de carne: Só levava corte de primeira

André da Silva Leandro passou por audiência de custódia nesta manhã e vai responder pelo crime em liberdade

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10 de março de 2022

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Viviane Oliveira e Bruna Marques - Campo Grande News

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“Ele só levava corte de primeira”, disse Marcelo Ferreira Campana, gerente da Churrascaria Zitão, sobre o funcionário André da Silva Leandro, de 36 anos, preso em flagrante furtando 25 quilos de carne do estabelecimento. O cunhado de André, encarregado de levar a carne para a casa, também foi preso pelo crime.

Há 8 anos trabalhando no estabelecimento, Marcelo disse que começou a desconfiar do furto, porque a churrascaria comprava um valor x de carne e vendia menos do que comprava. No fim do mês, a conta não fechava. “Se você compra mais, tem que vender mais”, contou.

Segundo ele, em dois dias, o funcionário, que era ajudante de churrasqueiro, levou 80 quilos de carne. “Foi o que conseguimos flagrar pelas câmeras de segurança, mas o furto já vinha acontecendo há uns dois, três meses. Período que passamos a notar a diferença no fechamento. Nosso prejuízo era de R$ 1 mil por dia. Ele só levava corte de primeira. Era maminha, fraldinha, contrafilé, cupim e picanha”, lamentou.

Marcelo disse que passou a desconfiar quando o funcionário começou a tirar o lixo, função que não era dele. “Ele se oferecia para levar o lixo, porque já estava na malandragem. O cunhado dele vinha e buscava a carne”, contou. Segundo o gerente, em uma das imagens o homem aparece arrastando o saco de lixo de tão pesado que está.

André e o cunhado, de 41 anos, passaram por audiência de custódia nesta manhã e vão responder por furto qualificado em liberdade. Eles serão monitorados por tornozeleira eletrônica pelo prazo de 180 dias e não poderão sair à noite, inclusive, nos finais de semana e feriados (das 20 às 6h).

Flagrante - Com ajuda de câmeras de segurança, o gerente da churrascaria Zitão, na Avenida Arquiteto Rubens Gil de Camilo, no Bairro Chácara Cachoeira, flagrou André furtando peças de carne. O autor e o cunhado foram presos em flagrante na terça-feira (8).

Conforme boletim de ocorrência, após desconfiar dos furtos e analisar as câmeras de segurança, o gerente descobriu como funcionava o esquema envolvendo o funcionário. Ele colocava as peças de carne no saco de lixo e levava para o estacionamento.

Na área de estacionamento, duas pessoas aguardavam, uma delas era o cunhado do funcionário. Depois que o saco de lixo era levado por André, o casal que estava em um carro, colocava as peças no veículo e deixava o local. A mulher que foi flagrada pelas imagens não foi presa. No saco de lixo, foram encontrados 25 quilos de carne, de peças a vácuo. No vídeo abaixo, o gerente tira do lixo as peças que seriam furtadas pelo funcionário.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS