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Funasa participa de audiência pública sobre destinação do lixo em Juti/MS

Na audiência, os técnicos da Suest/MS explanaram sobre a coleta seletiva de recicláveis e o processo a ser seguido para a implementação da coleta seletiva urbana para a solução do problema do lixo, enfrentado pela prefeitura por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) emitido pelo stério Público Estadual.

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13 de outubro de 2017

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A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), por meio da superintendência estadual de Mato Grosso do Sul (Suest/MS), participou na última quinta-feira, (05), de audiência pública, realizada pela prefeitura de Juti, efetivada pela superintendência municipal de Meio Ambiente no Plenário da Câmara Municipal, que contou com a presença dos servidores Bento Silva Machado e Marconi Bezerra de Melo.
Na audiência, os técnicos da Suest/MS explanaram sobre a coleta seletiva de recicláveis e o processo a ser seguido para a implementação da coleta seletiva urbana para a solução do problema do lixo, enfrentado pela prefeitura por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) emitido pelo stério Público Estadual.
Segundo o técnico Bento Machado, que atua no Serviço de Saúde Ambiental (Sesam) da Suest/MS, “uma das soluções para a eliminação do lixão à céu aberto é a implantação da coleta seletiva e a criação da associação de catadores de materiais recicláveis de Juti”, afirma.  De acordo com Machado, esse tema foi bastante discutido nessa audiência, juntamente com a população, catadores e demais interessados no assuntos. A superintendente de meio ambiente, Eloá Alves Machado, pontuou a importância da parceria da Funasa nesse processo, explicando que, “os trabalhos para começarmos a solucionar o problema do lixo está acelerado e o apoio da população e de órgãos governamentais neste processo é fundamental para que os objetivos sejam alcançados”.
A prefeita Elizângela Martins Biazotti dos Santos (Laka) participou da audiência e disse que “a partir de agora estamos entrando em uma fase que necessitamos do apoio popular para que já comecem a separação do lixo em suas casas, proporcionando aos catadores agilidade no processo de reciclagem e economia aos cofres públicos que irá pagar por tonelada a destinação do lixo jutiense até um aterro sanitário em Dourados”, comentou a prefeita. De acordo com Biazotti, após a implantação da coleta seletiva, será feito um calendário de recolhimento, em dias alternados, para lixos secos e lixos úmidos.  
A prefeitura informa, ainda, que a separação do lixo nas casas será obrigatória em Juti e para isso está programando ações de conscientização e divulgação de ações que irão colaborar para a solução dos resíduos no município e pretendeciar prontamente essas atividades. 
No mês de julho deste ano, o superintendente da Suest/MS, Marco Aurélio Santullo, juntamente com o chefe da Divisão de Engenharia de Saúde Pública (Diesp), Aristides Ortiz, estiveram visitando a área onde atualmente é jogado o lixo do município, um local próximo ao convívio urbano. Para solucionar essa situação, a Fundação se propôs a assessorar tecnicamente o município e também contribuir com trabalhos de educação em saúde ambiental para que melhorem as condições de vida da população.
A Funasa tem como objetivo contribuir para melhoria da qualidade de vida mediante a construção, a ampliação e a estruturação de serviços de coleta e tratamento de esgoto sanitário voltados aos municípios de até 50.000 habitantes, visando a redução de mortalidade por doenças de veiculação hídrica da população por meio de ações de saneamento.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS