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Funasa libera mais de R$ 3 mi para saneamento no MS

De acordo a Funasa em Mato Grosso do Sul, esta obra encontra-se em fase avançada e pode ser avaliada como um dos empreendimentos mais consideráveis em termos de projeto e execução no estado

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26 de março de 2018

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Assessoria

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A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) continua trabalhando por mais benefícios nas cidades em Mato Grosso do Sul. Por meio de sua superintendência estadual no estado (Suest/MS), liberou, nesta semana, recursos que totalizam a ordem de mais R$ 3 milhões, cujo objetivo será o de aumentar o acesso ao saneamento básico para os habitantes dos municípios de Eldorado, Maracaju e Deodápolis. 
Por meio do convênio nº 741/16, que conta com a contrapartida da prefeitura, o município de Eldorado, situado na região sudoeste do estado e à 373,45 Km da capital, Campo Grande, recebeu, no dia 20.03.18, a terceira parcela no valor de R$ 480.000,00. Essa verba destina-se à implantação do sistema de abastecimento de água (SAA) no Assentamento Floresta Branca, com execução e recuperação de poços artesianos e irá beneficiar 800 famílias que vivem no local.
Deodápolis, com recursos do Governo Federal e contrapartida do governo estadual, por meio do convênio º 389/14 está sendo beneficiada com o financiamento na ordem de R$ 680.136,50. Essa liberação visa a ampliação e melhorias do sistema de abastecimento de água do município, que prevê a implantação de poço tubular profundo, adução, reservação, estação elevatória, rede de distribuição que permitirão atender a atual e futura demanda do município, localizado a 140 km da Capital, também no sudoeste do MS. 
Para dar continuidade às obras da ampliação do sistema de esgotamento sanitário, Maracaju, localizado à 160 Km de Campo Grande, a Funasa liberou para este município a soma de R$ 1.977.594,07, referente à quarta parcela do convênio nº 171/12, que tem a contrapartida do governo estadual do MS. 
De acordo a Funasa em Mato Grosso do Sul, esta obra encontra-se em fase avançada e pode ser avaliada como um dos empreendimentos mais consideráveis em termos de projeto e execução no estado que irá beneficiar cerca de sete mil habitantes de sua área urbana.
Também como parte das liberações em 2018, no início do mês de março (07), o município de Ribas do Rio Pardo recebeu a segunda parcela do convênio nº 123/11, no valor de R$ 103.882,50 que tem como meta a elaboração do seu Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB). Conforme a Lei nº 11.445/2007, a elaboração do PMSB é obrigatória, além de necessário para o acesso a recursos de programas federais.
Para Marco Aurélio Santullo, superintendente do órgão no estado, “pretendemos, por meio desses repasses, ampliar ainda mais o acesso do saneamento básico aos sul-mato-grossenses”. Segundo Santullo, os investimentos impactarão diretamente na redução de gastos públicos com saúde, e, principalmente, irá promover a melhoria na qualidade de vida desses cidadãos.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS