quinta, 04 de junho, 2026
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A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), por meio da superintendência estadual de Mato Grosso do Sul (Suest/MS), liberou no último dia 11 de outubro, o pagamento da quarta e última parcela no valor R$ 1.506.544,40 para obras do sistema de esgotamento sanitário de Aparecida do Taboado, município situado na região leste do estado e a 372 km de Campo Grande, a capital.
Por meio do TC/PAC 193/2012, esse investimento proporcionará a conclusão da ampliação do sistema de esgotamento sanitário do município. Segundo dados da prefeitura, atualmente, a obra encontra-se com 68,84% executados e compreende 13.649 metros de rede coletora, 1.015 Ligações Domiciliares, duas estações elevatórias de esgotos, ampliação da unidade de tratamento, composta de decantador de 40 L/s, CDFL, caixa de areia e leito de secagem e 8.780,42 m de emissário final, sendo que, 7.697,34 metros são por recalque, 1.031,06 m são por gravidade e 52,02 metros, submersos.
O valor total do investimento é de R$ 5.328.988,55 oriundos do Governo Federal com contrapartida do governo do estado de Mato Grosso do Sul, o que torna possível melhorar as condições ambientais da cidade, de saúde e de qualidade de vida da população, tornando a obra extremamente necessária pois o município não dispõe em toda a sua malha urbana de rede coletora de esgoto e ligações domiciliares. Outra meta é reduzir a incidência de doenças de veiculação hídrica, decorrentes da ausência ou insuficiência quantitativa e qualitativa dos serviços de saneamento básico.
Com essa ação, será possível diminuir as taxas de mortalidade infantil, as quais concorrem com a inadequação dos serviços de saneamento básico, assegurando a disposição e o tratamento adequados de efluentes domésticos, de modo a preservar o meio ambiente e evitar a reprodução de vetores de enfermidades.
Para o prefeito de Aparecida do Taboado, Robinho Samara, “a cada real investido na saúde, economiza-se cinco reais com despesas hospitalares, e isso é que almejamos para a população de Aparecida com a ampliação dessa estação de tratamento”. Samara afirma, ainda, que, “estamos muito contentes com a Funasa, com superintendente Marco Santullo e com chefe da Engenharia, Aristides Ortiz, em fazerem essa liberação para a conclusão dessa obra que só irá melhorar nossa qualidade de vida. Enquanto alguns gestores alegam transtornos na realização desse trabalho, Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação, investe cada vez mais na área do saneamento básico nos municípios ”, diz o prefeito.
De acordo com o superintendente estadual da Funasa em Mato Grosso do Sul, Marco Aurélio Santullo, “quanto mais recursos forem destinados ao saneamento, maior a redução de gastos com saúde, proporcionando, dessa forma, economia aos cofres públicos. Além disso, a falta de investimentos no tratamento de esgoto acarreta, ainda, impactos negativos ao meio ambiente e à economia”. Segundo Santullo, os investimentos em MS devem-se à esforços junto à Presidência do órgão em Brasília e também da bancada federal para obterem verbas a serem investidas no estado.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS