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Funasa investe meio milhão em água para assentamentos de MS

A superintendência estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Mato Grosso do Sul (Suest/MS), realizou na manhã de segunda-feira (11) a assinatura da ordem de serviço para início de obras de sistemas de abastecimento de água para assentamentos no município de Bodoquena.

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13 de setembro de 2017

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Assessoria

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A superintendência estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em Mato Grosso do Sul (Suest/MS), realizou na manhã de segunda-feira (11) a assinatura da ordem de serviço para início de obras de sistemas de abastecimento de água para assentamentos no município de Bodoquena, graças ao empenho e parceria do Presidente Rodrigo Sergio Dias e do diretor do Departamento de Engenharia de Saúde Pública (Densp), Ruy Gomide, no sentido de celeridade na liberação de recursos para a Suest/MS.
Os investimentos, oriundos de emenda parlamentar do senador Waldemir Moka, são da ordem de R$ 502.914,67, sob o instrumento nº 898/2013, que irão beneficiar: o assentamento Sumatra com um poço artesiano, um reservatório elevado de 10 metros cúbicos com uma rede de 3.466 metros de extensão com 12 ligações domiciliares, beneficiando 12 famílias. Já o assentamento Campina será favorecido com um reservatório elevatório elevado de 10 reservatório elevado de 10 m³, uma rede de 1.243 ligações, 11 ligações domiciliares, beneficiando 11 famílias e o assentamento Canaã irá receber um reservatório elevado para garantir água de qualidade a 37 famílias residentes na localidade, totalizando investimentos na ordem de R$ 502.914,67.
O prefeito de Bodoquena, Kazuto Horii, comemora essa conquista para os assentamentos de seu município: “sem a água ninguém vive e nós precisamos ajudar os assentados da região para que consigam ter uma saúde de melhor qualidade. Sou muito grato à Funasa e ao senador Moka por essa oportunidade”.
Para o superintendente Marco Aurélio Santullo, o objetivo é promover o acesso a água de qualidade para as comunidades rurais do MS, garantindo condições de saúde e diminuindo o risco de doenças de veiculação hídrica, seja por recurso direto ou emenda parlamentar. “Nosso grande compromisso é promover o bem-estar da comunidade sul-mato-grossense”, finaliza.
Também nesta segunda-feira, foi assinado o termo de doação nº 19/2017 ao município de Ribas de Rio Pardo, seguindo o princípio da economicidade no serviço público, no qual objetos que não atendam mais ao desempenho esperado pela instituição de origem deverão ficar vinculados à destinação de interesse social, a Fundação Nacional de Saúde. Na ocasião foi transferido, sem ônus para a doadora, um veículo utilitário, que foi recebido pelo prefeito Paulo Tucura e que será utilizado em programas do SUS naquele município.
Participaram da cerimônia as seguintes autoridades: Senador da República, Waldemir Moka; o ex-governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli; deputado federal Carlos Marum; Superintendente do Incra/MS, Humberto Maciel; prefeito de Bodoquena, Kazuto Horii; Vivian Cruz, Secretaria do Meio Ambiente de Bodoquena; Paulo Tucura; prefeito de Ribas do Rio Pardo; além de vereadores dos municípios, assessores parlamentares e servidores da Suest/MS.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS