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Frente Parlamentar discute melhoria genética para fomentar produção de leite em MS

Deputado Renato Câmara coordenou os trabalhos durante a reunião

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9 de maio de 2024

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Osvaldo Júnior/ALEMS

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A produção do leite em Mato Grosso do Sul, que apresenta queda de 40% em dez anos, pode ser elevada com incremento da produtividade por meio de ações de melhoramento genético. Esse foi um dos assuntos tratados na tarde desta terça-feira (7) durante reunião da Frente Parlamentar do Leite, presidida pelo deputado Renato Câmara (MDB). No encontro, também foram apresentados dois projetos, relativos à distribuição de leite nas escolas e à criação do programa Vale Leite. 
A reunião, realizada no plenarinho Deputado Nelito Câmara, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), contou com a participação de especialistas e pessoas que atuam em áreas diversas da cadeia produtiva do leite. 
O programa de melhoria genética, que está em discussão entre produtores e o Governo do Estado, foi explicado pelo professor Marcus Vinicius. "Se melhorarmos a genética, aumentamos a produvidade e, por conseguinte, a produção. Isso é bom para todo mundo: para o produtor, para o governo e toda a sociedade", afirmou. Com investimento inicial de R$ 16 milhões – podendo chegar a R$ 24 milhões com as parcerias -, o projeto vai contemplar, nas primeiras ações, 22 municípios e cerca de dez propriedades em cada um deles.
Para identificação e seleção das propriedades, será feito mapeamento das regiões e municípios com potencial para a produção do leite. “Mas a ideia é não ser excludente”, frisou o professor. “A indicação das propriedades a serem contempladas será feita pelos próprios técnicos, que sabem informar quais são os produtores com condições nutricional e sanitária para receber uma genética diferenciada”, detalhou. 
As ações de melhoramento devem apresentar resultados em curto intervalo de tempo, ajudando no aumento da produtividade e, por decorrência, impactos em toda a cadeia. “Estamos falando de um trabalho de melhoramento genético com processo curto, de, no máximo, dois anos. E os desdobramentos são imensos”, enfatizou o zootecnista. 
Roberto Hashioka, que assinou, durante o evento, o termo de posse como membro da Frente Parlamentar, destacou a relevância do leite e a necessidade de se fomentar a produção do alimento. “Além do leite ser um alimento rico, com muitas propriedades, também é  muito importante para a economia. Das atividades rurais do Estado, 40% estão na produção do leite. É uma cadeia que gera muito emprego. Nos assentamentos, o leite é uma alternativa fundamental de subsistência e de atividade econômica com sustentabilidade”, considerou o parlamentar. 
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS