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FRANQUIA – SONHO OU PESADELO?

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4 de agosto de 2017

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O desejo de abrir o próprio negócio motiva milhares de pessoas a empreenderem, abrindo empresas dos mais diversos ramos e atividades.

Ocorre que os números em relação à sobrevida dessas empresas são preocupantes, pois menos de 50% delas manterão suas atividades por mais de 04 anos. As causas mais relevantes para esse insucesso estão na falta de experiência e planejamento do empreendedor.

Cientes desta dificuldade, muitos buscam na franquia a solução para garantir que seu empreendimento obtenha sucesso, uma vez que no formato deste negócio estariam, no pacote, todo o know how de que o franqueado necessita para atingir o almejado êxito.

Mas será que a franquia é garantia de sucesso?

Há poucos dias acompanhei o encerramento das atividades de loja franquiada. Momento muito triste, pois não se trata simplesmente de cerrar as portas da loja, mas sim, de todo um sonho alimentado pelo empreendedor e sua família. E se não bastasse a frustação do sonho não concretizado, é preciso também assimilar todo o prejuízo financeiro experimentado, e neste caso específico, a situação foi realmente muito triste, pois o franqueado havia investido toda sua reserva de 50 anos de trabalho.

A profunda tristeza que vi no olhar daquele empreendedor realmente me sensibilizou. Em conversa que tive com seus filhos, fiquei sabendo que aquele era o primeiro dia que ele estava acompanhando o processo de fechamento da empresa, pois havia ficado de cama nos últimos 10 dias anteriores. Mas o que teria acontecido para que o sonho tivesse se transformado em tamanho pesadelo?

Respeitando o momento e procurando não ser invasivo, com poucas e superficiais perguntas logo compreendi o porquê daquela frustrante experiência que o empreendedor estava vivendo. Ele acreditou que o know how do franqueador seria suficiente para suprir a sua falta de experiência no mercado varejista. Ledo engano.

Existem no mercado hoje inúmeros franqueadores que estão oferecendo suas franquias e, obviamente maximizam suas vantagens e projetam atraentes lucros, tudo com o objeto de encantar o empreendedor a fim de que invista naquela naquele negócio.

Infelizmente muitos desses franqueadores estão mais preocupados em vender as franquias do que no sucesso da unidade negociada, e isso é muito delicado, pois o franqueado acaba sendo inserido no mercado, por vezes, sem experiência para superar os naturais obstáculos que lhe sobrevirão no dia a dia, dentre os quais os da concorrência, das relações trabalhistas, consumeristas, obrigações tributárias, etc., sem falar nos custos de manutenção da própria franquia, que são elevados, com pagamento de hoyalties e outras taxas ao franqueador.

Investir em uma franquia pode ser um ótimo negócio, desde o franqueador efetivamente entregue o que prometeu por ocasião da venda da franquia, dê suporte ao franqueado e que este tenha pleno conhecimento do mercado em que está ingressando e de todos os riscos que está assumindo.

Para que o sonho de ter uma franquia não se transforme no pesadelo do insucesso no empreendimento, a sugestão, para quem tem interesse em investir neste negócio, é, no mínimo, primeiro se preparar para ingressar no mercado, estudá-lo, buscar conhecer sua realidade, principalmente na região onde irá instalá-lo, investigar a realidade da franquia com outros franqueados, a relação do franqueador com seus franqueados, conhecer a concorrência e tornar-se um conhecedor da atividade que irá exercer.

O desejo de abrir o próprio negócio motiva milhares de pessoas a empreenderem, abrindo empresas dos mais diversos ramos e atividades.

Ocorre que os números em relação à sobrevida dessas empresas são preocupantes, pois menos de 50% delas manterão suas atividades por mais de 04 anos. As causas mais relevantes para esse insucesso estão na falta de experiência e planejamento do empreendedor.

Cientes desta dificuldade, muitos buscam na franquia a solução para garantir que seu empreendimento obtenha sucesso, uma vez que no formato deste negócio estariam, no pacote, todo o know how de que o franqueado necessita para atingir o almejado êxito.

Mas será que a franquia é garantia de sucesso?

Há poucos dias acompanhei o encerramento das atividades de loja franquiada. Momento muito triste, pois não se trata simplesmente de cerrar as portas da loja, mas sim, de todo um sonho alimentado pelo empreendedor e sua família. E se não bastasse a frustação do sonho não concretizado, é preciso também assimilar todo o prejuízo financeiro experimentado, e neste caso específico, a situação foi realmente muito triste, pois o franqueado havia investido toda sua reserva de 50 anos de trabalho.

A profunda tristeza que vi no olhar daquele empreendedor realmente me sensibilizou. Em conversa que tive com seus filhos, fiquei sabendo que aquele era o primeiro dia que ele estava acompanhando o processo de fechamento da empresa, pois havia ficado de cama nos últimos 10 dias anteriores. Mas o que teria acontecido para que o sonho tivesse se transformado em tamanho pesadelo?

Respeitando o momento e procurando não ser invasivo, com poucas e superficiais perguntas logo compreendi o porquê daquela frustrante experiência que o empreendedor estava vivendo. Ele acreditou que o know how do franqueador seria suficiente para suprir a sua falta de experiência no mercado varejista. Ledo engano.

Existem no mercado hoje inúmeros franqueadores que estão oferecendo suas franquias e, obviamente maximizam suas vantagens e projetam atraentes lucros, tudo com o objeto de encantar o empreendedor a fim de que invista naquela naquele negócio.

Infelizmente muitos desses franqueadores estão mais preocupados em vender as franquias do que no sucesso da unidade negociada, e isso é muito delicado, pois o franqueado acaba sendo inserido no mercado, por vezes, sem experiência para superar os naturais obstáculos que lhe sobrevirão no dia a dia, dentre os quais os da concorrência, das relações trabalhistas, consumeristas, obrigações tributárias, etc., sem falar nos custos de manutenção da própria franquia, que são elevados, com pagamento de hoyalties e outras taxas ao franqueador.

Investir em uma franquia pode ser um ótimo negócio, desde o franqueador efetivamente entregue o que prometeu por ocasião da venda da franquia, dê suporte ao franqueado e que este tenha pleno conhecimento do mercado em que está ingressando e de todos os riscos que está assumindo.

Para que o sonho de ter uma franquia não se transforme no pesadelo do insucesso no empreendimento, a sugestão, para quem tem interesse em investir neste negócio, é, no mínimo, primeiro se preparar para ingressar no mercado, estudá-lo, buscar conhecer sua realidade, principalmente na região onde irá instalá-lo, investigar a realidade da franquia com outros franqueados, a relação do franqueador com seus franqueados, conhecer a concorrência e tornar-se um conhecedor da atividade que irá exercer.

Dijalma Mazali

Advogado, Diretor Jurídico da CDL-CG e Diretor Estadual da ASBRAF – Associação Brasileira de Franqueados.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS