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Fiscal da Agepan de Coxim participa de capacitação em Campo Grande

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13 de setembro de 2021

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Redação/ML

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O curso de capacitação técnica de abordagem e segurança foi realizado em parceria com o Comando da Polícia Rodoviária Estadual de Campo Grande, onde os agentes fiscalizadores da Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul) de todo Estado participaram da instrução que foi feito pelo agrupamento Militar local, sendo passado orientações de técnicas que somará com a segurança dos agentes e da demanda fiscalizada nos momentos de abordagem.

A capacitação veio com a proposta de inovação sobre o comando do novo Diretor-Presidente Carlos Alberto de Assis que tomou posse no dia 12 de abril de 2021, em cerimônia no gabinete do governador.

O evento foi marcado pelo primeiro encontro da nova diretoria e fiscais do interior do Estado, antes de dar início do curso à gestora de fiscalização Marisa Miyashiro de Oliveira, juntamente com chefe de campo senhor Hélio Leite da Silva, apresentaram um relatório dos resultados das últimas operações e as novas diretrizes e metodologia que a Agepan, que irá trabalhar na fiscalização de transporte de passageiros intermunicipal.

Em seguida, Matias Gonsales Soares que assumiu a Diretoria de Transportes, Rodovias e Portos, falou sobre a importância das fiscalizações nas rodovias e terminais rodoviários, e sua forma de trabalho. Que tem como princípio técnico a segurança dos agentes e usuários que necessitam do serviço público no transporte de passageiros.

Na fala do Diretor-Presidente Carlos Alberto, enfatizou que a Agepan passa a viver uma fase de inovação e trabalho, e que ele vem se surpreendendo com os resultados da equipe de fiscalização de transporte de passageiros parabenizando a todos, afirmando que o compromisso da Agepan é com as vidas do sul-mato-grossense. Que a estruturação da fiscalização a campo com a inovação de equipamento e segurança beneficiará não somente os agentes mais também os usuários que vão utilizar o transporte do nosso Estado, em outro momento a diretoria afirmou que a cidade de Coxim tem sua logística estratégica para fiscalização na região Norte, sendo assim o fiscal lotado no município terá muito trabalho nesse novo momento, contudo terá toda assistência necessária para desenvolver um trabalho com êxito e segurança.

O fiscal de Coxim Silvano Jorge de Cristo informou que os trabalhos tem se intensificado nos últimos meses, e o treinamento oferecido pela Agepan é de grande importância para o trabalho de campo nas rodovias, e que os fiscais tem contribuído para segurança e zelo pelas vidas, pois o propósito da fiscalização está em coibir o transporte passageiro de forma clandestina e vistoriar as condições dos veículos que faz tal prestação de serviço de forma regular

Que a fiscalização faz seus atendimentos nos terminais rodoviários e oferece ao público o serviço de ouvidoria através do telefone 08007270167.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS