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Feriadão: de furacão até prisão

Prisão de Joesley Batista, prisão de Geddel, furacão Irma, terremoto no México e outras notícias para quem desligou no feriadão.

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12 de setembro de 2017

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G1

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Ele garantia que não seria preso. Mas foi. O dono do grupo J&F, Joesley Batista, se entregou à polícia ontem à tarde, após ter a prisão decretada pelo ministro Edson Fachin. 
Fachin, no entanto, negou o pedido de prisão do ex-procurador Marcello Miller, suspeito de orientar o acordo da JBS enquanto ainda estava na PGR.
Em sua decisão, o ministro do STF alega que Joesley e Saud omitiram informações, o que pode fazer com que o acordo de delação da JBS seja suspenso. Sobre Miller, Fachin não viu ‘indícios consistentes’ para que ele seja preso.

O furacão Irma chegou à Flórida, na costa leste dos Estados Unidos, na manhã do domingo, depois de passar por Cuba, Haiti, República Dominicana e varrer ilhas do Caribe. Segundo o governador da Flórida, 3 pessoas morreram no estado, depois de o furacão causar 27 mortes no Caribe.
Cerca de 2,3 milhões de pessoas ficaram sem luz na Flórida e 6,3 milhões (1/3 da população) foram orientadas a deixar suas casas. O furacão, com ventos de até 210 km/h, perdeu força no fim da tarde e caiu para a categoria 2.

No mesmo dia em que Geddel foi preso, Rodrigo Janot apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra políticos do PMDB no Senado. Foram denunciados os senadores Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), além do ex-senador e ex-presidente José Sarney. De acordo com as investigações, os sete políticos receberam R$ 864,5 milhões em propina paga por fornecedores da Petrobras e sua subsidiária Transpetro.

Geddel Vieira Lima, ex-ministro do governo Temer, foi preso na sexta-feira (8), 3 dias depois de a PF achar R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador que seria usado por ele. Em prisão domiciliar desde julho, Geddel foi levado para o presídio da Papuda. Em depoimento à PF, Geddel voltou a chorar 

Relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin enviou à primeira instância da Justiça Federal de Brasília a denúncia apresentada contra os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. A acusação se refere ao episódio em que Lula foi nomeado ministro da Casa Civil por Dilma, em março de 2016, antes de ela ser afastada da Presidência, no processo de impeachment. Nesta denúncia, Janot viu indícios de obstrução de Justiça.

Relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin enviou à primeira instância da Justiça Federal de Brasília a denúncia apresentada contra os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. A acusação se refere ao episódio em que Lula foi nomeado ministro da Casa Civil por Dilma, em março de 2016, antes de ela ser afastada da Presidência, no processo de impeachment. Nesta denúncia, Janot viu indícios de obstrução de Justiça.

A violência no Rio não dá trégua. Mais um policial militar foi morto no estado, o 102º no ano. O cabo Júlio César Silva de Oliveira, de 36 anos, foi morto durante uma tentativa de assalto em Parada de Lucas. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS