quinta, 04 de junho, 2026
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A febre hemorrágica da Crimeia-Congo (CCHF, na sigla em inglês) causou a morte de pelo menos 57 pessoas, e foram detectados mais de 500 casos positivos no Afeganistão desde o início deste ano, segundo confirmaram na quinta-feira (20) autoridades do país à agência de notícias EFE.
"Desde janeiro, 57 pessoas morreram da doença do Congo, e mais de 500 casos positivos foram registrados em diversas províncias do país", disse à EFE o porta-voz do Ministério de Saúde Pública afegão, Sharafat Zaman Amar.
O aumento do número de casos desse vírus no país asiático preocupa as autoridades sanitárias afegãs, que dispõem de recursos médicos e econômicos apenas para fazer face à prevenção de casos e às consequências dessa doença endêmica no Afeganistão.
“Essas preocupações são agravadas porque não há vacina nem tratamento para CCHF, e o Afeganistão carece de infraestrutura de saúde pública adequada para prevenir, detectar e conter esses casos”, disse à EFE um médico de um hospital público do país.
Além disso, o Banco Central de Sangue do Afeganistão sofre com a escassez de sangue e não consegue abastecer os centros de saúde do país, o que dificulta ainda mais o acesso a um serviço preventivo nas áreas mais vulneráveis.
“Infelizmente, é verdade que, devido à sobrecarga de pacientes com doenças do sangue, estamos enfrentando escassez”, disse à EFE o diretor do Banco Central de Sangue, Nasir Sadiq.
Esse vírus pode causar surtos graves de febre hemorrágica viral, com taxa de mortalidade entre 10% e 40%.
A CCHF é endêmica na África, nos Bálcãs, no Oriente Médio e na Ásia em países abaixo de 50 graus de latitude norte, limite geográfico do carrapato Hyalomma, que é seu principal vetor.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal