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Fátima Bernardes chora ao lembrar de funcionária que morreu de covid... - Veja mais em https://tvefa

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4 de janeiro de 2021

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UOL

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Fátima Bernardes se emocionou ao falar sobre a perda de uma funcionária para a covid-19. A apresentadora, que voltou hoje ao "Encontro" após a licença para tratar um tumor no útero, assistiu uma série de homenagens dos colegas de trabalho, indo às lágrimas ao falar da tensão que viveu ao receber o diagnóstico em meio a pandemia.

"Eu me lembrei de uma coisa em que eu pensei muito durante esse período: além da gente ter essa sensação de que você está tendo algo que outras pessoas não tem, que é a chance da cura, eu não ia falar nisso não, porque eu sabia que se eu falasse nisso eu ia chorar, mas como eu já chorei...eu fiquei muito angustiada com todas as notícias da covid durante esse período, porque você acaba fazendo uma cirurgia e você acaba ficando com a sua imunidade mais baixa, então o medo dessa doença ficou muito maior", contou Fátima. A jornalista, de 58 anos, detalhou sua experiência pessoal com o assunto, com a perda de uma funcionária e amiga próxima com quem convivia há 30 anos e que também já que também já havia se curado de um câncer. "Olhar a quantidade de pessoas que estavam morrendo por conta dessa doença e as outras que estão com câncer e não estão conseguindo se cuidar porque tem medo de ir até um hospital, estão adiando um exame, me deixa muito angustiada. E eu tive durante esse período, desse 1 mês, a perda de uma pessoa muito querida, que trabalhou comigo por 30 anos", relatou ela.

"Dói muito, porque ela tinha enfrentado um câncer de pulmão e, olha, ela tinha plano de saúde, ela tinha tudo, e não adianta, gente. Ela não andava de transporte público...como ela se contaminou ninguém sabe, pode ter sido um pacotinho, pode ter sido...não sei, um pacote de pão, e olha, ela era muito cuidadosa, muito cuidadosa", afirmou Fátima.

A apresentadora ainda contou uma lembrança afetiva de sua vida com a funcionária, que identificou como Alice, aproveitando para reforçar a seriedade do coronavírus. "E assim, ela sempre chegava em casa muito cedo, e eu dizia pra ela que não precisava, porque como eu só tomo café aqui...mas ela fazia questão de fazer um café de coador pra eu tomar antes de sair, e hoje fez muita falta esse café", disse ela, sem conter as lágrimas.

"Uma pessoa que convive com você há 30 anos, que está bem, que teve uma doença há 7, 8 anos, curada, não tava com nenhum outro problema decorrente do câncer, e chegar essa doença assim, ficou um mês internada, vai pra casa com um balão de oxigênio e depois volta a internar em dois dias a pessoa morre. Então, Alice, onde quer que você esteja...isso me angustiou muito, foi muito difícil, ver quantas pessoas estão sofrendo sem necessidade", concluiu Fátima.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS