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Família sequestra produtor rural em Coxim para forçar transferência de terras

A vítima foi forçada a entrar no veículo dos sequestradores e um dos autores pegou a direção de sua camionete.

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19 de outubro de 2021

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Sheila Forato - Edição MS

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Um produtor rural J.L.B. foi sequestrado por volta das 6h15 desta terça-feira (19), no Jardim dos Estados, bairro mais conhecido como BNH, em Coxim.

Ele estava em frente a sua residência quando foi abordado por quatro pessoas, sendo três da mesma família e um policial militar reformado, armado.

A vítima foi forçada a entrar no veículo dos sequestradores e um dos autores pegou a direção de sua camionete. Do Jardim dos Estados, todos foram para o endereço da família mentora do sequestro, no Jardim Alvorada.

A família queria obrigar a vítima a passar uma propriedade para o nome deles. Os sequestradores já articulavam, inclusive, uma forma de sequestrar a esposa do produtor rural, uma vez que ela também precisava assinar o documento, assim que o cartório abrisse.

Essa propriedade era fruto de uma briga na Justiça, vencida pelo produtor rural. A família de sequestradores tinha arrendado a terra e não pagou, depois de anos tentou usucapião, mas, perdeu na Justiça, num processo que percorreu todas as instâncias.

Os sequestradores só não contavam que a Polícia Civil agiria rápido. O caso chegou às autoridades em poucos minutos, por meio de denúncia de uma pessoa que passava pela rua no momento em que o bando sequestrava a vítima.

Como de praxe, os policiais procuram informações sobre desafetos das vítimas e ao tomarem ciência da briga pela propriedade rural chegaram em poucos minutos ao cativeiro.

No endereço da família de sequestradores foi guardada a camionete da vítima, orientada a dizer que estava ali tomando um café com amigos. Ao adentrar a residência os policiais flagraram parte dos sequestradores sentados em volta de uma mesa, cena típica de um desjejum.

A equipe comandada pelo delegado Felipe Paiva tirou a vítima da cena, que foi logo entregando que estava sequestrado. Em seguida, os policiais prenderam todos os envolvidos. São eles: João Norberto de Carvalho, o ‘João Fazendeiro’, a esposa Neusa Carvalho Cassimiro, o filho Orlando Henrique de Carvalho e o policial militar reformado, Miguel Arcanjo da Silva.

Orlando Henrique é um velho conhecido da polícia, já foi preso outras vezes, numa delas por estelionato no Mato Grosso, aplicando golpes. Outro filho do casal, Norberto Carlos de Carvalho, foi para a delegacia, a investigação vai levantar se ele tem envolvimento no crime.

Apesar do estresse vivido, a vítima está bem. Sofreu um ferimento numa das mãos, mas já está aos cuidados da família.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS