quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
A família da pequena Lívia recorreu a uma Vakinha virtual para conseguir manter a bebê de quase 9 meses em casa, em Coxim. Ela tem síndrome DiGeorge, um distúrbio cromossômico que resulta em desenvolvimento inadequado de vários sistemas do corpo.
O estado de Lívia é delicado e precisa de cuidados especiais, pois, além da doença rara, ela tem má formação congênita com acometimento de múltiplos órgãos, cardiopatia definida com troncos arteriosos, baixo nível de cálcio, mau funcionamento do sistema imunológico, assim como outras complicações.
Foto: Arquivo Familiar
Segundo a mãe de Lívia, Gisele Nery Ribeiro, dos 267 dias de vida, 264 foram internada, sendo que desses, 106 ela passou em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). Foram três cirurgias no período, a primeira cardíaca, de mais de oito horas, seguidas de outras duas, com diferença de dias.
A família decidiu trazer a pequena para casa depois de ouvir da equipe médica que não existe mais tratamento para Lívia. “Tudo que a medicina tinha para fazer foi feito”, garantiu Gisele, que tem plena confiança em todos profissionais que atenderam a filha em Campo Grande. A mãe explica que em casa Lívia precisa de cuidados especiais, para o seu conforto.
Os pais não tem condições de arcar com todos os gastos. A bebê precisa de medicamentos de uso contínuo, insumos hospitalares, a maioria descartável, e alimentação especial. O leite que Lívia pode tomar custa R$ 170,00 e cada lata dura cinco dias.
A família fez uma Vakinha virtual que tem como meta arrecadar R$ 25 mil. Até o fechamento da reportagem a bebê tinha conseguido R$ 2,3 mil. Se você puder ajudar clique aqui para acessar o link.
Doações também podem ser feitas por PIX para o CPF da mãe: 024.111.751-83 - Gisele Nery Ribeiro. O celular da mãe para qualquer informação é 67 9.9910-3408. Quem não puder dispor de ajuda financeira Gisele pede que ore em prol da filha e da família.
“O tempo da Lívia aqui ninguém sabe, está nas mãos de Deus, mas, se a vontade soberana do Senhor for levar minha filha para descansar em seus braços, quero que ela esteja junto da família, recebendo todo amor do mundo”, escreveu Gisele.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS