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Estuprador que atacou mulheres em MS já foi preso em 2018 por roubar arma de perita

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24 de junho de 2021

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Midiamax

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Há pouco mais de três anos, o homem acusado de estuprar uma mulher no Vida Nova já tinha sido preso em flagrante por assaltar uma perita criminal em Campo Grande. Com várias passagens por roubo, ele foi detido novamente na manhã desta quinta-feira (24), após estuprar e agredir uma vítima.

Naquele dia 13 de setembro de 2018, por volta das 7h50, a perita criminal estava no carro, um Palio, e foi até a casa de uma colega. Ela buscaria a colega de trabalho na Avenida Ricardo Brandão, mas foi surpreendida pelo bandido ao chegar com o carro na casa da testemunha.

O bandido fingiu que estava armado e ameaçou a vítima, exigindo que ela saísse do carro e deitasse no chão, sob ameaça de atirar. O acusado levou o Palio, a pistola da vítima com carregador e munições, um celular, perfumes, dinheiro, também o distintivo da perita criminal, bem como a carteira funcional e cartões.

Na fuga, ele abandonou o veículo e levou os objetos roubados para casa, vendendo o celular roubado no caminho. Equipes do Garras (Delegacia Especializada em Repressão à Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros) fizeram a prisão na manhã seguinte e ele teve a prisão convertida em preventiva.

Em depoimento, ele chegou a dizer que cometeu o crime porque ‘deu vontade’ e que estava sob efeito de drogas. Na época, o acusado cumpria pena em regime aberto e, com o dinheiro roubado, comprou drogas e bebidas e foi dormir na Casa do Albergado, sendo detido em flagrante na saída.

Em 2019, ele foi condenado a mais de 5 anos pelo roubo, a serem cumpridos em regime fechado. Atualmente, ele cumpria pena em regime semiaberto, mas estava evadido.

Preso por estupro

Segundo a polícia, o acusado foi encontrado e preso em uma escola abandonada na região do Vida Nova, com a faca usada para intimidar a vítima confessando o crime. No entanto, ele estava com roupas diferentes das passadas pela vítima, que ele trocou para despistar a polícia que fazia buscas por ele.

Uma força-tarefa foi montada com 16 policiais para encontrá-lo. Duas mulheres foram atacadas, sendo que a primeira conseguiu se salvar com a ajuda de um guarda de uma escola próxima, que viu quando o homem atacou a vítima. Ela voltava do mercado por volta das 20 horas desta quarta e quando o guarda viu a cena e passou a gritar com o homem, ele acabou fugindo.

A vítima estuprada foi socorrida e levada pelo Corpo de Bombeiros a uma unidade de saúde com vários machucados no rosto, corpo e suspeita de traumatismo craniano.  Ela foi amarrada pelo homem que fugiu levando seus documentos e celular. A mulher contou aos policiais que atenderam a ocorrência que tinha visto o autor no dia anterior em um bar nas proximidades.

Armado com uma faca invadiu a sua casa, a amarrou e a estuprou além de agredi-la causando vários ferimentos na cabeça. Uma vizinha contou que estava voltando para casa quando viu a mulher na janela pedindo por socorro. Ela estava trancada e com uma corda no pescoço.

Outra moradora chegou a relatar que na noite de quarta teria escutado barulhos na sua casa, “Ouvi barulhos e acordei para ver o que era, quando encontrei a janela, que deixo sempre fechada, aberta. Então assustei e pensei que ele estava escondido em um quartinho que tem nos fundos”, disse uma moradora de 20 anos, vizinha da mulher estuprada.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS