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Geral
No círculo de entrevistas que o Diário do Estado está realizando com personalidades políticas de Mato Grosso do Sul, agora foi a vez do professor e advogado Jaber Cândido, presidente do diretório municipal do PSC em Campo Grande e uma das pessoas mais próximas do deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro.
21 de setembro de 2017
João Carlos Silva / Diário do Estado
DE: O senhor é uma pessoa muito próxima de Bolsonaro e sua campanha no estado terá sua coordenação. Ele será o próximo presidente do Brasil?
JC: Olha, ele é a opção mais lógica para o momento que vive a política nacional envolvida até o pescoço em corrupção, delação e desmandos. O deputado Bolsonaro representa a voz do povo contra tudo isso que aí está. O nosso partido talvez seja o único com uma cartilha voltada para o cidadão, desse que acorda cedo e sai para o trabalho para dar o melhor para sua família. O partido não defende corruptos muito menos protege a bandalheira. Exemplo disso é o nosso deputado estadual Coronel David que é um grande parlamentar defendendo sempre o cidadão e abraçando a causa da segurança com muita determinação.
JE: O senhor acredita que o senador Prof. Pedro Chaves será um dissidente do partido nessa candidatura ?
JC: Acredito que não. A questão aí é de ideologia política e não pessoal. O Senador tem um pensamento e o deputado Bolsonaro outro. Acho que lá na frente haverá um ajuste e o senador será um dos líderes dessa campanha.
DE: Como dirigente partidário e tendo ocupado cargos públicos , o senhor acredita que um dia a política brasileira poderá ser ocupada por gente decente?
JC: Não só acredito como te dou três exemplos de políticos corretissimos e todos filiados no PSC. Jair Bolsonaro, Pedro Chaves e Carlos Alberto David dos Santos. Esses sim são a vanguarda da renovação na ética e no comportamento. Vão longe.
DE: Aqui no nosso estado o PSC vai com quem em 2018 ou lançará candidato próprio?
JC: O partido quer fazer bancada. Estamos dialogando com todas lideranças políticas do estado e analisando o comportamento eleitoral de todos. Não seremos reboque de ninguém. Teremos uma chapa coesa e forte. Vamos oferecer melhor para o Estado. Com certeza com a vitoria de Bolsonaro para presidente o nosso MS receberá muito investimento do seu governo.
DE: O senhor foi convidado para ser um dos principais coordenadores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro no Brasil e isso já o fez percorrer vários estados. A campanha já decolou?
JC: Faz horas! O Bolsonaro virou mito no Brasil inteiro com seu discurso forte e objetivo. Na semana passada eu estava no aeroporto de São Paulo e vi cinco jovens com o adesivo dele colado nas pastas escolares que carregavam nas costas. Os jovens estão na campanha! Querem mudança a qualquer custo. Cansaram da anarquia . Todos nós cansamos do modelo que aí está. Eu percorro o Brasil de norte a sul e vejo a mobilização como aumenta. Vários segmentos abraçaram a causa.
DE: O senhor aposta em quem para emplacar o governo do estado?
JC: Ainda é cedo para qualquer análise. O partido conversa com todos.
DE: Depois que a campanha de Bolsonaro foi lançada no estado, o senhor foi citado diversas vezes como ministeriavel. Isso o incomoda?
JC: De jeito nenhum. É uma honra ser lembrado. Aterrisando agora, digo que nada está ganho e nem começou ainda. Vamos para as ruas e abraçar a candidatura para darmos melhor para o Brasil com decência, competência , competitividade e coerência. Ou acabamos com a corrupção ou ela acaba com o Brasil.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS