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Entrevista exclusiva com o advogado e professor Dr. Antonio C. Lacerda

O advogado e professor Dr. Antonio C. Lacerda assumiu a Secretaria de Governo da gestão do Prefeito Marcos Trad com o papel de aglutinar forças políticas em torno da adstração. É o presidente do diretório estadual do PSD e encaminha o partido para uma ampla musculatura visando 2018 com candidaturas que possam conquistar cadeiras na AL e Câmara Federal. Dr. Lacerda entre uma agenda e outra concedeu entrevista exclusiva para o Diário do Estado.

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3 de outubro de 2017

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DE: O senhor é tido como um conciliador e aglutinador.  Essa característica o ajuda no cotidiano da gestão Marcos Trad?

AL: Acredito que sim. Como professor e advogado consegui uma enorme relação de amizade no campus acadêmico e nos tribunais e Fórum que atuei em causas diversas. A política é sempre uma temática de excelência levando em conta a situação em que se encontrava Campo Grande. Era preciso exércitar muita conversa para que a classe política viesse auxiliar a gestão. Todos entenderam isso e estão trabalhando junto ao prefeito Marquinhos Trad pelo melhor para a cidade. Estamos colocado a casa em ordem dentro do caixa que temos.  São problemas diversos. Com muita articulação tudo está caminhando bem.

DE: O PSD tem uma proposta que atrai muitos ao partido fazendo com que ele cresça substancialmente no estado. O senhor acredita que possa fazer uma boa bancada estadual e federal em 2018?

AL: E se lançarmos candidato ao governo e sermos uma terceira via ? Tudo é possível. Nosso partido está enxuto caminhando muito bem em todo estado e o objetivo é de crescer ainda mais após as eleições do ano que vem. Digo sempre que o foco é Campo Grande e a gestão.  Eleição será só no ano que vêm.  Até lá tem muito tempo ainda.

DE: O senhor como advogado não está assustado com todas essas operações em curso deixando a classe política toda ela  em alvoroço?

AL: É o Brasil sendo passado a limpo. Era preciso dar um basta nessa bandalheira toda. Quem deva que pague. O povo não pode pagar a conta sozinho disso tudo . O Brasil foi assolado pela corrupção e isso ainda terá uma ampla consequência lá na frente. Não adianta fazer o mal feito bem feito. Isso não cola mais. Os tempos são outros.

DE: O senhor trouxe da banca de advogado alguns conceitos para a gestão do Prefeito Marcos Trad? Os políticos vêem isso como?

AL: Acho que todos vêem como ser decentes com a coisa pública não é difícil. Como advogado e professor eu sempre atuei a favor de uma sociedade justa  e determinada. Nós precisamos alavancar o progresso na cidade e o desenvolvimento no estado. Temos que atrair investimentos e gerar emprego e renda cada vez mais. Precisamos olhar a necessidade do próximo com atenção.   O povo cansou de conversa fiada. Ele quer resultados. Por conta disso que a eleição do Marquinhos teve esse mote. Política não é profissão. Política é realização em benefício de uma cidade .

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS