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Enfermeira dá calote em comércio há 6 anos e tem dívidas de R$ 11 mil

Nos casos mais recentes, ela apresentava comprovante de agendamento de Pix, mas depois os cancelava

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4 de abril de 2022

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Lucia Morel - Campo Grande News

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Enfermeira em Corumbá, de 37 anos, aplicou golpe de pelo menos R$ 11,4 mil no comércio da cidade e o faz desde 2016. Há cinco procedimentos contra ela na Justiça entre 2019 e este ano e mais cinco boletins de ocorrência de janeiro até agora, todos por estelionato.

O caso mais antigo é de compra de lingerie em 2016, caso que foi judicializado três anos depois porque as “tentativas amigáveis” de tentar receber R$ 799,46 da trabalhadora da saúde não surtiram efeito.

Assim, acordo foi feito no mesmo valor para que a loja recebesse. Mesmo assim, o pagamento não foi feito e agora, mais recentemente, foi feito pedido de penhora dos bens da mulher, que tem como maior dívida a de R$ 2.182,80 em uma empresa de cosméticos.

Deste último caso, boletim de ocorrência indica que compra foi feita em janeiro pela enfermeira através de rede social de mensagens e comprovante de agendamento de pagamento via Pix foi encaminhado, o que garantiu a entrega dos produtos. O registro de não pagamento foi feito em 25 de março último.

Também na 1ª Delegacia de Polícia de Corumbá, outro boletim que está aberto para consulta indica compra pela profissional no valor de R$ 725,60 em restaurante de massas e no mesmo modelo de operação: comprovante Pix de agendamento mostrado ao credor, mas sem que o débito tenha sido de fato efetivado.

Neste caso, foram comprovados 11 pagamentos falsos, sendo que o primeiro é de dezembro do ano passado, mas o registro de estelionato ocorreu apenas no último dia 31 de março. Ou seja, o lojista não havia conferido o caixa para verificar se os agendamentos de fato haviam sido creditados.

Na mesma data, confeiteira denunciou a enfermeira pela compra de R$ 1.056,00 em bolos e doces desde janeiro deste ano, sendo que apenas na semana passada ela se deu conta que os agendamentos via Pix nunca tinham sido creditados à confeitaria.

Por este caso, a mulher de 37 anos foi presa em flagrante na Santa Casa de Corumbá, mas liberada no mesmo dia sem pagamento de fiança. Ela responde em liberdade e à polícia, confessou que após fazer o agendamento, os cancelava porque estaria com “problemas financeiros”.

Na Justiça – quanto aos casos em andamento na Justiça estadual, foi firmado acordo para pagamento de R$ 2.000,00 referente a venda de roupas femininas. A compra feita pela mulher foi de R$ 1.432,00, em maio de 2016, mas a dívida, corrigida, chegava em R$ 2.394,83 no ano em que a ação foi impetrada, em 2019. Acordo judicial é de fevereiro deste ano.

Em outro acordo judicial, a dívida é com mercado por compra de R$ 2.154,38 feitas pelo WhatsApp entre os dias 21 e 24 de janeiro deste ano. Acordo homologado prevê o pagamento de R$ 2.732,27, valor corrigido, em 12 parcelas.

No valor de R$ 1.856,00, a enfermeira fez compra em vidraçaria em fevereiro deste ano, mas também não pagou e aplicou novamente o golpe do falso Pix, comprovando agendamento, mas nunca fazendo o pagamento. Deste caso, audiência está prevista para 12 de abril próximo.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS