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Em eleição do Cointa, Edilson pede união dos prefeitos para lutar por melhorias na BR-163

o prefeito de Coxim Edilson Magro que compõe a nova Secretaria Executiva no cargo de conselheiro, sugeriu ao consórcio e aos prefeitos, que se busque uma solução para privatização da BR-163.

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20 de dezembro de 2022

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Augusto Marques

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Durante a eleição do Cointa (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari), na última sexta-feira (16), o prefeito de Coxim Edilson Magro que compõe a nova Secretaria Executiva no cargo de conselheiro, sugeriu ao consórcio e aos prefeitos, que se busque uma solução para privatização da BR-163 e uma discussão mais ampla, visando alterar a Lei 328/82 que proíbe a instalação de usinas de açúcar e álcool na Bacia do Alto Paraguai.

BR-163

Privatizada em 2014 e administrada pelo grupo CCR em Mato Grosso do Sul, as obras de duplicação da rodovia BR-163 estão paradas há anos, existem lugares que a duplicação foi abandonada, aos olhos de quem utiliza a rodovia, percebe-se apenas serviços paliativos e a cobrança de pedágio. Esses são alguns dos motivos que levou o prefeito Edilson Magro a levantar essa discussão juntos aos prefeitos das cidades consorciadas.

Na época da licitação da rodovia, especulava-se que com a privatização, muitas melhorias seriam feitas aos longos 847 km, contemplando 20 municípios sul-mato-grossenses, principalmente a duplicação. Cabe ressaltar que a BR-163 é uma das principais vias de escoamento da produção de grãos das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil.

A empresa tinha um prazo de no máximo cinco anos para duplicar a rodovia com investimentos de cerca de R$ 5,69 bilhões, com uma previsão de arrecadação de R$ 18,8 bilhões, conforme estimativa do governo federal. Porém, por várias vezes, a empresa se queixou de queda na arrecadação, motivo que teria levado a interromper as obras na rodovia.

O chefe do executivo acredita na força do Cointa que compõe 14 municípios, sendo que pelo menos 6 deles margeiam a Br-163 e os demais dependem diretamente da rodovia, para trazer uma alternativa de melhoria, ou quem sabe, uma nova empresa assuma a rodovia e terminar as obras.

Usinas

Há 40 anos foi criada uma lei que proíbe a instalação de usinas de açúcar e álcool na Bacia do Alto Paraguai, a Lei 328/82, mas entende-se que a lei é ultrapassada, uma vez que as normas e a forma com que a produção de álcool e açúcar é feita hoje é muito mais tecnológica e não agride o meio ambiente, ademais, a geração de emprego, tão importante na região norte do Estado de Mato Grosso do Sul, em sua maior parte seria solucionada com a instalação dessas usinas na região do Alto Paraguai.

Edilson Magro sabe que esse tema deve ser um debate mais árduo, pois envolve líderes políticos contra e a favor, ambientalistas, empresários e principalmente, a população que busca emprego.

Para ele, a instalação dessas usinas e o plantio da cana-de-açúcar, não seria necessariamente no Pantanal, mas sim, no que se chama de parte alta, região do cerrado compreendida entre os municípios de Coxim a Alcinópolis, ou seja, do lado direito da BR-163 sentido Leste.

Além de usinas, a busca por fábricas e outras grandes empresas, seria importante para o desenvolvimento da região norte, uma das mais pobres do Estado.

 

Em 2005, a discussão sobre a instalação de usinas ganhou destaque, causando intensas discussões entre a sociedade, ambientalistas e autoridades. A pedido de 17 prefeitos, o governador da época Zeca do PT encaminhou um Projeto de Lei (170/05) que alterava a lei de 1982.

Mas por justificativa de inconstitucionalidade, por ferir o Artigo 225 da Constituição Federal, o então deputado estadual Roberto Orro, votou contra a alteração da Lei. O deputado estadual Pedro Kemp, líder do governo na Assembleia, criou a Frente de Defesa do Pantanal composta por 16 deputados, e também se posicionou contrário.

Egon Krakhecke vice-governador, também se manifestou contra a instalação de usinas, porém, enfatizou a preocupação do governador. Para ele, a Bacia do Paraná poderia servir para plantio da cana, sem que ocorresse riscos ambientais.

Quem acreditava na proposta de instalação das usinas para o desenvolvimento econômico dos 17 municípios localizados na Bacia do Alto Pantanal, era o então secretário de Produção e Turismo, Dagoberto Nogueira.

Para voltar a discussão, o prefeito Edilson Magro busca o apoio do deputado federal Dagoberto Nogueira, dos prefeitos das cidades integrantes do Cointa e demais autoridades e sociedade, que acreditam que a instalação de usinas e fábricas de forma racional, sem prejudicar o meio ambiente é uma das formas de gerar emprego e trazer o desenvolvimento da região norte do Estado.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS