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Em Brasília, secretários de MS discutem com Ministério da Saúde o fim da emergência da Covid-19

Os secretários estaduais de Saúde, Flavio Britto, e de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha, estiveram reunidos com a secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, na terça-feira (19), em Brasília (DF), para discutir quais serão os próximos encaminhamentos que Mato Grosso do Sul irá tomar após o Ministério da Saúde anunciar o fim da emergência de saúde pública da Covid-19.

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20 de abril de 2022

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Rodson Lima, SES

Em Brasília, secretários de MS discutem com  Ministério da Saúde o fim da emergência da Covid-19

Os secretários Eduardo Rocha e Flávio Brito também se reuniram com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o vice, Paco Britto, para conhecer o planejamento do DF após a revogação do Decreto de enfrentamento à pandemia / Rodson Lima, SES

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Os secretários estaduais de Saúde, Flavio Britto, e de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha, estiveram reunidos com a secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, na terça-feira (19), em Brasília (DF), para discutir quais serão os próximos encaminhamentos que Mato Grosso do Sul irá tomar após o Ministério da Saúde anunciar o fim da emergência de saúde pública da Covid-19.
Segundo Britto, a secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, garantiu que os estados terão intervalo de tempo para se adequarem à nova medida. “Por ora, ela nos garantiu que os estados terão esse intervalo de tempo para se adaptarem, mas não sabe qual será esse hiato que os estados terão, se será de 30 ou 90 dias”.
No Ministério da Saúde, os secretários Eduardo Rocha e Flávio Brito se reuniram com secretária extraordinária Rosana Leite.
O secretário d e Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha, que passa a presidir o Comitê Gestor do Prosseguir, afirma que o processo de encerramento de emergência da Covid-19 implica diretamente em várias ações ligadas às portarias ministeriais, estaduais e municipais, que tratam sobretudo das questões emergenciais da pandemia. “Por isso, estamos aqui em Brasília, buscando novos encaminhamentos”.
A visita a Brasília vem em consonância com a nota publicada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), que destaca cautela com o encerramento da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) e destaca sobre o eventual risco de desassistência à população quanto a revogação da Portaria MS/GM nº 188, que instituiu a Emergência.

Modelo de Gestão Na oportunidade, os secretários estiveram reunidos com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o vice Paco Britto, onde conheceram o novo modelo de gestão, considerando que o Distrito Federal revogou o Decreto relacionado às ações de enfrentamento à Covid-19.
“Nós viemos conversar com o governador Ibaneis Rocha sobre este novo modelo de gestão que eles estão adotando, considerando que revogaram o Decreto de emergência da Covid-19. Vamos analisar este modelo para que possamos construir algo que atenda todo o Mato Grosso do Sul”, conclui o titular da Saúde, Flavio Britto. (Rodson Lima, SES)

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS