quinta, 04 de junho, 2026
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Mato Grosso do Sul registrou novo recorde de casos de Covid nesta quarta-feira (26) com a confirmação de mais 3.418 infectados com a doença. O boletim epidemiológico de ontem (25), já havia confirmado outros 3.038 testes positivos em todo Estado. Os municípios com maior alta de confirmações são Campo Grande (1.530), Caarapó (213), Coxim (143), Sidrolândia (140) e Corumbá (99). A média móvel dos últimos 7 dias indica confirmação diária de 1.981 casos.
“Nos últimos 21 boletins tivemos uma evolução da média móvel que no início do ano era de 104, e nós temos agora 1981. Estamos quase batendo o nosso recorde histórico que foi no pico da pandemia em junho do ano passado (2021) quando tivemos a média móvel de 2.003 casos confirmados. Então é um sinal de alerta bastante expressivo. E os óbitos também dos últimos 21 boletins, nós estamos com 6,7 do dia 26 de janeiro”, pontuou a secretária adjunta da SES, Crhistinne Maymone durante a live semanal.

Mais 7 óbitos foram registrados nesta quarta-feira, elevando o número de sul-mato-grossenses que não resistiram à doença para 9.815. Foram 3 óbitos registrados em Campo Grande, 1 de Bonito, 1 de Eldorado, 1 de Paranaíba e 1 de Três Lagoas.
Outro indicador que tem aumentado no Estado, é a taxa de ocupação de leitos clínicos e UTI/SUS. Na microrregião de Campo Grande a ocupação global é de 74%, 97% na de Dourados, 76% na de Corumbá, e 72% na de Três Lagoas. “Tanto a macro de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas estão aumentando a sua taxa de ocupação global. Isso tem acontecido também em outros estados, e nós da Secretaria Estadual de Saúde temos feito esforços contínuos para aumentar o número de leitos”, afirmou Maymone.
Os casos de internação por Covid estão subindo, atualmente são 247 pacientes internados em todo Estado, sendo 159 ocupando leitos clínicos e 88 em leitos de UTI. No dia 12 de janeiro haviam 76 internações por Covid no Estado.
A Central de Regulação também registrou aumento na lista de espera por leitos de UTI, sendo 49 na espera na Central de Campo Grande, 7 na de Dourados, 2 na de Três Lagoas e 7 na Central do Estado.

Diante do cenário de avanço da doença, a secretária adjunta da SES aproveitou para reforçar a importância da população não só manter os cuidados essenciais como uso de máscara, evitar aglomerações e higiene das mãos, mas também concluir o ciclo da vacina com as doses disponíveis. “Há estudos que demonstram que aqueles que se internam são os que estão com atraso na dose vacinal ou que não aplicaram a vacina. Isso é ciência”, destacou.
Durante a transmissão, o assessor militar na SES, Coronel Marcello Fraiha, celebrou o fato de Mato Grosso do Sul ter atingido mais de 5 milhões de doses aplicadas. “Temos na nossa população total de MS 83,2% já vacinados com a 1° dose, e 73,9% com a dose única ou duas doses da vacina”.
Influenza
O boletim da Influenza desta quarta-feira registrou 7 novos casos, e um novo óbito pela doença no Estado. O ano de 2022 já conta com 198 casos e 51 óbitos em Mato Grosso do Sul. A taxa de letalidade da doença está em 16%.

Confira aqui o detalhamento do boletim epidemiológico Covid e Influenza divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta quarta-feira, 26 de janeiro de 2022.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS