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Nos últimos 3 dias, Mato Grosso do Sul registrou queda de 3.672 raios, principalmente nos municípios do sul e sudoeste, onde foi registrada chuva na manhã e tarde desta segunda-feira (11). O efeito de jogar água fria, mesmo em pouca quantidade, em uma chapa super quente pode justificar o “fenômeno”, em pleno período de estiagem.
12 de setembro de 2017
Campo Grande News
Nos últimos 3 dias, Mato Grosso do Sul registrou queda de 3.672 raios, principalmente nos municípios do sul e sudoeste, onde foi registrada chuva na manhã e tarde desta segunda-feira (11). O efeito de jogar água fria, mesmo em pouca quantidade, em uma chapa super quente pode justificar o “fenômeno”, em pleno período de estiagem.
De acordo com dados da estação meteorológica da Uniderp (universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal), entre os dias 09 e 11 de setembro, os municípios campões em quedas de raios foram Porto Murtinho, com alarmantes 816 registros, seguido de Bela Vista com 485, Bonito com 356, Jardim com 324 e Caracol com 288.
Na sequencia aparecem Corumbá, com 205, e Campo Grande, com 154 registros nesses três dias.
Mas por que esse tantas descargas elétricas, se raios e trovoadas – tradicionalmente – são mais frequentes em períodos chuvosos, nas estações da primavera e verão?
Trata-se de uma união de forças acumuladas. “São muitos dias sem chuva, com altas temperaturas e um acúmulo de energia tão grande, que a atmosfera fica a espera de apenas um fator para ser descarregada: a umidade", explica o meteorologista Natálio Abrãao.
Claro que a chuva de ontem foi fraca, mas em situação de aquecimento extremo como a dos últimos dias, um pouco de água é suficiente para que as descargas elétricas aconteçam.
“É como uma chapa quente. Joga um pouco de liquido por cima, e já sai faísca”, compara.
Cai, não cai -A coordenadora do Cemtec (Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul), Franciane Rodrigues, complementa que, nesse período, houve muita nebulosidade associada a formação de frentes frias.
Ela explica que os sensores da plataforma Starnet, monitoramento onoline de raios em todo Brasil, contabilizam todos os tipos de vibrações de campos elétricos de baixa frequência dentro das nuvens.
“Detecta muitas vibrações, além dos raios em solo”, detalha.
“Como houve formação de nuvens nas regiões sul, central, pantaneira e sudoeste mesmo num período de seca, há formação de campo elétrico dentro das nuvens, favorecendo a formação das descargas atmosféricas”. Algumas chegam ao solo e outras ocorrem dentro das nuvens.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS