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Duplicação da BR-163 gera emprego e renda para a Região Norte

Na Região Norte os municípios de Coxim, Jaraguari, Bandeirantes, Camapuã, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso, Pedro Gomes e Sonora serão diretamente beneficiados com emprego e renda com as obras da rodovia

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14 de outubro de 2014

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Carlos Pires

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A CCR MSVia, concessionária que está recuperando, duplicando, e conservando a BR-163 apresentou oficialmente os serviços, as equipes e toda a frota que está sendo disponibilizada para atuar nos 806 quilômetros da via. 
Na Região Norte os municípios de Coxim, Jaraguari, Bandeirantes, Camapuã, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso, Pedro Gomes e Sonora serão diretamente beneficiados com emprego e renda com as obras da rodovia. 
A CCR MSVia foi criada especificamente para realizar o trabalho de recuperação, duplicação, manutenção e conservação da BR-163 que corta o Estado de Norte a Sul. A empresa deu o ‘ponta-pé’ inicial da obra em alguns trechos e os serviços foram iniciados exatamente às 00h de sábado (11), coincidindo com o aniversário de criação do Estado. 
No primeiro ano de concessão a previsão é de que 80,6 quilômetros de vias sejam duplicados, recuperados, mantidos e conservados. Nos anos subsequentes os números devem saltar para 129 km no segundo ano, 193 km no terceiro ano, 274 km no quarto ano e 219 km no quinto ano, quando então termina o prazo para execução dos serviços de duplicação da rodovia.
Além de melhorar o acesso e tráfego na via, a obra está gerando emprego e renda para os 19 municípios que são cortados pela rodovia. Haverá melhorias também no setor logístico para escoar a produção da região, além de contribuir com a redução drástica no número de acidentes. Segundo a empresa, para atender o grande fluxo de veículos na BR estão sendo construídas 17 bases operacionais do Sistema de Atendimento ao Usuário (SAU), além da instalação de câmeras de monitoramento e um serviço telefônico exclusivo, administrados por um moderno Centro de Controle Operacional (CCO). 
De acordo com a CCR MSVia, são ao todo, 500 colaboradores atuando para atender a demanda, sendo 250 para atendimento pré-hospitalar, 35 médicos de plantão 24 horas por dia, 17 ambulâncias, 25 guinchos, 19 viaturas de inspeção de tráfego, 11 caminhões de serviços e 4 viaturas de intervenção médica, além de um Centro de Controle que vai monitorar com 505 câmeras em um circuito fechado de TV 100% do trajeto da via. Estão sendo instalados 35 painéis para veiculação de mensagens e teremos um número de 0800 para atender os usuários da rodovia por telefone.
O Grupo CCR assegurou a concessão da BR-163 em dezembro do ano passado, no leilão realizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A companhia ofereceu a menor tarifa básica de pedágio, cujo valor é de R$ 4,38 a cada cem quilômetros rodados em nove praças distribuídas ao longo da via.
Os municípios da região Sul que serão beneficiados são: Mundo Novo, Eldorado, Itaquiraí, Naviraí, Juti, Caarapó, Dourados, Douradina, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul, além de Campo Grande.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS