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Dois ministros confirmados para o ato de reinstalação da Frente Parlamentar em Apoio e Fortaleciment

O evento está marcado para o dia 7 de maio, próxima quinta-feira, às 8h30min, no Anexo IV da Câmara

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5 de maio de 2015

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Andréa Leonora Especial para a ADI-BR/CNR/Central de Diários

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Brasília – O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, e o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Edinho Silva, confirmaram presença no café da manhã que está sendo organizado para o ato de reinstalação da Frente Parlamentar em Apoio e Fortalecimento à Mídia Regional, da Câmara dos Deputados. O evento está marcado para o dia 7 de maio, próxima quinta-feira, às 8h30min, no Anexo IV da Câmara. Na ocasião, será empossado o novo presidente da Frente, deputado federal Pedro Uczai, de Santa Catarina. O atual presidente, Carlos Zarattini, de São Paulo, passará à vice-presidência.

A Frente Parlamentar em Apoio e Fortalecimento à Mídia Regional, da Câmara dos Deputados, foi idealizada pela direção da Associação dos Diários do Interior do Brasil (ADI-BR) e Central de Diários do Interior (CDI), juntamente com o seu primeiro presidente, o então deputado federal Claudio Vignatti. A instalação ocorreu em fevereiro de 2008 e vem sendo reinstalada a cada nova legislatura. Entre jornais de diferentes periodicidades, portais de notícias, e emissoras de rádio e TV, são aproximadamente 10 mil veículos de comunicação com sede em cidades do interior do país. 
Para o presidente da ADI-BR, Ámer Félix Ribeiro, que também preside a ADI-SC, é fundamental uma representação forte na Câmara para promover a interlocução com o governo federal. “Principalmente agora que a presidente Dilma Rousseff, e o governo como um todo, dá sinais de retomada de relação com a mídia regional. A Frente cumpre um importante papel político e institucional porque os deputados que a compõem são conhecedores da realidade dos veículos do interior.” 
Constatação feita também pelo novo presidente da Frente, Pedro Uczai: “Quando fortalecemos a imprensa regional, ampliamos os canais de diálogo entre o governo e a sociedade. A crise política requer uma nova forma de comunicação, com o fortalecimento de conteúdos que atendam os anseios das nossas regiões. Precisamos ‘falar’ com essa população”. Para ele, entre os desafios estão em sensibilizar o governo para uma maior descentralização da publicidade oficial e em desburocratizar a relação entre o governo federal e os veículos de imprensa.
Um dos principais articuladores para a criação e manutenção da Frente Parlamentar em Apoio e Fortalecimento à Mídia Regional, o diretor Executivo da Central de Diários, Adriano da Fonseca Kalil Escada, destacou que não é justo tratar os desiguais como iguais. “Diferentemente da chamada grande mídia, são esses veículos, não raro classificados como pequenos, que, juntos, têm o maior poder de inserção nas comunidades. Por conhecerem e falarem a mesma linguagem dos locais e regiões onde estão inseridos, a eficiência no processo de comunicação torna-se ainda maior.” Kalil defende que a mídia regional garante a pluralidade de canais de comunicação, o que se reflete na consolidação da jovem democracia brasileira.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS