quinta, 04 de junho, 2026
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Estará publicado no Diário da Justiça desta sexta-feira (21), edital da Escola Judicial de MS que divulga o julgamento dos recursos apresentados contra o resultado da prova objetiva e da classificação dos candidatos na prova objetiva, com a pontuação dos títulos, do Programa Residência Judicial.
De acordo com o edital, assinado pelo Des. Marco André Nogueira Hanson, gestor do programa, estão sendo divulgados a lista de classificação geral dos candidatos do 3º processo seletivo; a lista de classificação específica dos candidatos que se autodeclararam negros e dos que se declararam na condição de pessoa com deficiência.
Assim, o candidato que desejar interpor recursos contra a pontuação dos títulos e a ordem da classificação divulgada terá dois dias úteis para fazê-lo, a contar do primeiro dia útil após a publicação deste edital, o que significa até o dia 25 de julho, exclusivamente pelo e-mail [email protected].
De acordo com as instruções, o recurso deve ser endereçado ao gestor do programa e o e-mail deverá conter em anexo, no formato pdf, a petição com o nome do candidato, o número de inscrição e as razões da pretensão de reforma. No campo assunto deverá constar o nome do candidato em caixa alta e a referência da situação a qual se recorre. As decisões proferidas nos pedidos de recursos têm caráter terminativo.
Entenda - Para esta edição do processo seletivo houve 255 inscritos para as 12 circunscrições, no entanto, somente 215 candidatos compareceram para realizar a prova, que teve caráter eliminatório e classificatório.
As provas foram realizadas nas comarcas de Aquidauana, Campo Grande, Coxim, Corumbá, Dourados, Jardim, Maracaju, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.
De acordo com o Des. Marco André Nogueira Hanson, vice-diretor da Escola Judicial (Ejud/MS) e coordenador deste terceiro processo seletivo, 30 vagas serão destinadas para Campo Grande e outras 30 vagas serão para comarcas do interior.
A Residência Judicial é constituída pelas etapas Residência I, Residência II e Residência III, com carga horária de 20 ou 30 horas semanais, com duração máxima de um ano para cada etapa. Nessa proposta, parte das atividades é cumprida em gabinete, supervisionada por um magistrado orientador e a outra será cumprida sob a responsabilidade da instituição de ensino conveniada.
Além da prática jurídica, o residente deverá frequentar o curso de preparação para a magistratura e, ao término da participação no programa, o residente judicial recebe o certificado expedido pelo Tribunal de Justiça, valendo como prova de atividade jurídica.
Ressalte-se que o programa de Residência Judicial no Tribunal de Justiça de MS é regulamentado pela Resolução nº 225/19 e dispõe que a prática será orientada por magistrado vitalício, pertencente ao Judiciário sul-mato-grossense, por isso a consulta do gestor do programa.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS