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Distribuição de cobertores para famílias carentes coincide com chegada do inverno

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20 de junho de 2021

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MS.Gov

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A entrega dos 80 mil cobertores realizada na quinta-feira (17) pelo Governo de Mato Grosso do Sul antecede a chegada do inverno na próxima segunda-feira, 21 de junho. 

Além das baixas temperaturas, o inverno caracteriza-se também pelos dias mais curtos e noites mais longas. Nesse período, não há nada melhor do que ficar em casa, evitando entrar em contato com pessoas de fora do ambiente familiar, neste momento de pandemia.

Entre as famílias que receberam cobertas está a de Leirilane Silva Rojas, de 27 anos,  mãe de Christian, 11 anos, Jorge Miguel, 7 anos, e Vinícius Guilherme, 4 anos. Ela também é atendida pelos projetos sociais do programa Rede Solidária, no Jardim Noroeste. “Assim como os cursos do Rede Solidária que já fiz, como de panificação, e costura que estou fazendo agora, as aulas que os meninos fazem lá, e agora o cobertor é uma ajuda bem-vinda”, contou Leirilane. 

Os novos cobertores vão para os 79 municípios do Estado. Desde o início da atual gestão, Mato Grosso do Sul já entregou 410 mil mantas. "As peças vão atender indígenas, assentados e comunidades do Estado com famílias mais vulneráveis. É mais uma ação do Estado atendendo as demandas da população, em parceria com as cidades sul-mato-grossenses", disse o governador Reinaldo Azambuja.

Todos os anos, a campanha "Aqueça uma Vida" entrega as cobertas para as prefeituras, que fazem a distribuição em cada um dos municípios. Na segunda-feira (21), a secretária Elisa Cleia Nobre (Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) acompanha a entrega em Terenos.

“O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de, em conjunto com outras pastas, vem olhando com muito carinho e atenção para cada família de Mato Grosso do Sul, principalmente neste período de pandemia. São um conjunto de ações, que no final, acabam dando mais segurança para quem vive aqui”, explicou a secretária.

Os novos cobertores foram adquiridos com recursos do Fundo de Investimento Social (FIS),  em um investimento de R$ 2,67 milhões. O cobertor é do tipo casal, sendo o material de manta em microfibra, 100% poliéster, com medida mínima de 1,80 x 2,20 metros.

O prefeito de Terenos, Henrique Wancura Budke, disse que os 315 cobertores que foram destinados ao município chegaram em boa hora. "Só tenho a agradecer ao governador Reinaldo Azambuja e a secretária Elisa por mais um ano nos atendendo e possibilitando esse atendimento às famílias mais carentes de Terenos", disse. 

Além dos cobertores comprados e entregues pelo Governo, o Estado também arrecada agasalhos e cobertores, todos os anos, entre os servidores e distribui para quem mais precisa. A madrinha da campanha é a primeira-dama Fátima Azambuja, que percebeu um aumento nas doações. "Acho que essa questão da pandemia ampliou o sentimento de solidariedade. Quero agradecer muito ao Governo do Estado e todos os servidores que participam. Tenho certeza que este ano vamos chegar a um número maior de famílias atendidas", disse.

Paulo Fernandes, Subcom, com informações de Mireli Obando e Leomar Alves Rosa (Sedhast)

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS