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Disputado por gigantes do futebol, jovem da Capital é destaque do Palmeiras

Lucas Henrique de Oliveira, de 14 anos, é atacante e joga na categoria sub-15 do clube paulista.

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19 de dezembro de 2022

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CGNews

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Nascido em Campo Grande, Lucas Henrique de Oliveira, de apenas 14 anos, joga pela categoria sub-15 do Palmeiras e tem se destacado no futebol de base de um dos principais clubes do País. Há um ano treinando no time paulista, ele veio à cidade natal passar as férias com a família e aproveitou para jogar na escola em que estudava, na Capital.

Quando morava na cidade, estudou na Escola Municipal Dr. Tertuliano Meirelles, no Jardim Caiçara, bairro em que a família vive. Nas aulas de Educação Física da professora Larissa Trelha, ele se destacava no futebol de salão. “Ele era um talento desde muito pequeno. Eu o convidei para ir jogar na sexta-feira, com nós, os professores, e fazer o encerramento do nosso interclasse. Ele foi, junto ao pai e a irmã, que é aluna nossa.”

Pai de Lucas, o músico Henrique Perez, de 42 anos, afirma que, inicialmente, tinha receio que o filho tentasse a carreira no futebol, mas que confiava no potencial do garoto. “Ele começou na escola, jogando interclasse. Até então eu queria que ele estudasse, que ele tocasse os estudos e deixasse a bola como segundo plano, mas Deus vai mostrando as coisas para a gente e quem me orientou que ele tinha um jeito para jogar bola, foi uma prima.”

Fã do Cristiano Ronaldo, Lucas costuma jogar na faixa do campo em que o astro português jogou no início da carreira. Assim como o craque, no entanto, ele pode jogar de centroavante, já que possui 1,83m e até faz a ponta direita. Segundo o pai, a velocidade que o filho pode chegar é uma das principais características que o difere dos demais, assim como a capacidade em fazer gols e a técnica com a bola.

Lucas já foi campeão da Copa Libertadores Sub-14, no Paraguai, e conseguiu a vice-artilharia, na primeira competição desta modalidade organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Ele também faturou o Mundial Sub-14, disputado nos Estados Unidos, e foi campeão do Paulista Sub-15 e Paulista Cup Sub-14.

Trajetória - Ao longo do tempo, Lucas participou de projetos da prefeitura e o pai foi orientado a buscar uma escolinha de futebol para colocar o filho. “Todos falavam que ele levava jeito, as professoras Larissa, Paula, Solange, etc.”, comenta. A primeira avaliação foi feita no Parque Ayrton Senna, onde estava um olheiro do Grêmio, mas o jovem foi convidado a fazer parte do Novo, time campo-grandense. Em seguida, chegou a integrar o Náutico FC.

Em 2021, recebeu proposta do São Paulo e do Palmeiras, e o alviverde foi a escolha. “Todas as bases são boas, há excelentes bases em todo Brasil, mas a que está em mais evidência e que tem mais dificuldade para entrar é a do Palmeiras, pela qualidade dos profissionais, pelo fato de que hoje mudaram a ciência da base. Hoje o projeto da base está bem consolidado, bem feito.”

“A dificuldade que você tem para entrar numa base dessas é bem complicada. O time profissional está tranquilo, tudo bacana. Vai ter as cobranças, mas a gente sabe que vai estar num lugar estruturado e organizado. Não que as bases dos outros times não sejam boas, mas é que, no momento, é uma das mais visadas, e as bases são muito niveladas, de qualidade boa.”

Professora de futsal durante 10 anos na escola, Paula Marciano relata que Lucas se destacava dos demais jovens, por ser “habilidoso e dedicado”. “Mesmo sendo mais novo, de uma categoria inferior, jogava de igual para igual com os meninos maiores. O pai sempre incentivou bastante, era presente nos treinos. Desde cedo percebi que ali tinha um menino talentoso que podia sim se destacar.”

“O Lucas também era muito destemido e de personalidade forte”, diz Paula, que foi eleita diretora-adjunta da escola e pretende dar mais ênfase nas práticas esportivas.

Próximos passos - Mesmo com saudades de casa e da família, Lucas diz estar preparado para iniciar a temporada de 2023 pelo Palmeiras. “Sinto a falta da família, às vezes bate muita saudade de todo mundo, da minha irmã, mãe, avó, pai, etc. Mas agora é trabalhar muito, ter foco, dedicação. Ano que vem vai ser muito puxado e agora é trabalhar firme para alcançar os objetivos. Nada na vida vem fácil, tem que trabalhar para alcançar”, diz Lucas.

O jovem também elogia a estrutura do clube paulista e relata haver bom convívio com os colegas e técnicos. “Os amigos são muito gente boa, as pessoas que cuidam da gente lá, diretoria, professores, todo mundo é muito gente boa, educados, tranquilos. Sabem conversar com a gente.”

Lucas ainda não se acostumou com a grandeza de São Paulo, que possui população 12 vezes maior que a campo-grandense, e por ter pouca idade, costuma passar maior parte do tempo no alojamento em que mora, cedido pelo clube, além de participar da rotina de treinamentos.

O pai também sente a falta do filho, mas espera poder visitá-lo mais vezes e planeja se mudar para a capital paulista. “É o preço, mas é complicado, porque a gente é família. Não sei o que é ficar longe do meu filho, é uma sensação estranha, mas eu sei que é para o bem dele. Ele escolheu isso, quer isso, e espero estar perto logo. Em 2023, devo estar lá em São Paulo, a princípio.”

“O objetivo é buscar a seleção brasileira. O semestre começa cedo, em janeiro já tem competições, e vai ter convocação da sub-15 agora. Vamos trabalhar para isso, tentar buscar para os campeonatos que virão. O semestre é cheio para os clubes grandes”, diz Henrique.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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4 de junho de 2026

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...

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4 de junho de 2026

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal