quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Já parou para pensar no que faz com que você seja feliz? Para pesquisadores, cada um de nós vivencia a felicidade de um jeito diferente. E, segundo um novo estudo, a quantidade de dinheiro na sua conta bancária é um dos fatores que influencia essa experiência. Quem vive com uma renda mais elevada tende a sentir mais emoções positivas focadas em si mesmo, enquanto aqueles que ganham menos encontram mais prazer nas suas relações com outras pessoas.
Repercutida pela revista Time, a nova pesquisa publicada no periódico Emotion está longe de ser a primeira a questionar a ideia de que ganhar mais dinheiro resulta em mais felicidade, como já defenderam parte dos estudiosos. Mas este estudo, especificamente, olhou para os diferentes tipos de felicidade e como a classe social pode afetá-los. Cerca de 1,5 mil adultos americanos responderam a questionários. Os participantes tinham de descrever, além de sua renda, como vivenciavam sete emoções consideradas cruciais para a felicidade: diversão, admiração, compaixão, contentamento, entusiasmo, amor e orgulho. Algumas dessas emoções, como contentamento e orgulho, tendem a se concentrar no próprio indivíduo. Outras, como o amor e a compaixão, concentram-se geralmente em outras pessoas.
Ao comparar as respostas dos mais bem remunerados com as dos que não ganham tão bem, os pesquisadores descobriram uma diferença significativa. As pessoas mais ricas descreveram ter mais contentamento, orgulho e diversão, enquanto as mais pobres relataram mais amor, compaixão e admiração. Ambos os grupos afirmaram ter o mesmo nível de entusiasmo.
"Os que ganham mais dinheiro foram mais propensos a viver aquela felicidade derivada de suas próprias realizações", diz o principal autor do estudo, Paul Piff, professor assistente de psicologia da University of California Irvine. "Acredito que isso faz sentido, em parte, porque não precisam tanto depender de outras pessoas." O pesquisador levanta a possibilidade de que, por outro lado, pessoas com renda mais baixa formam vínculos mais fortes com os outros para ajudar a lidar com circunstâncias menos favoráveis.
Ou seja: de acordo com Piff, embora tenham mais recursos, os ricos não "compram mais felicidade", mas uma felicidade diferente. "Ter dinheiro parece se traduzir em ser capaz de vivenciar certos tipos de felicidade — mas também pode tornar mais difícil experimentar outros."
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS