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Diálogo sobre políticas públicas para pessoas com deficiência foi debatido no encontro MS

O encontro regional MS Acessível realizado na tarde de ontem (18) em Coxim na sede da ACIAC (Associação Comercial) dialogou sobre políticas públicas para pessoas com deficiência.

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19 de maio de 2022

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Augusto Marques

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O encontro regional MS Acessível realizado na tarde de ontem (18) em Coxim na sede da ACIAC (Associação Comercial) dialogou sobre políticas públicas para pessoas com deficiência.
 Realizado pela Subsecretaria de Políticas Públicas para pessoas com deficiência, órgão integrante da Secretaria de Estado de Cidadania e Cultura, com o apoio da Prefeitura Municipal de Coxim, o evento reuniu autoridades, gestores, representantes da sociedade civil, pessoas com deficiência e conselhos, para debater, entre os assuntos, a importância da acessibilidade e da inclusão das pessoas com deficiência em Mato Grosso do Sul.
 O prefeito Edilson Magro aproveitou o evento para comunicar aos presentes sobre o projeto de acessibilidade nas calçadas abrangendo a região central de Coxim: “fui em Brasília e conversamos com os representes do nosso Estado, para que nós possamos fazer um trabalho, um projeto de grande envergadura. Nós contratamos também uma empresa, que é a FAPEC, para que possa para que ela possa adequar o código de postura do município para adequar as necessidades das pessoas”. Concluiu o prefeito.
 A secretária da subsecretária de Estado de Políticas Públicas para a pessoa com deficiência, Telma Nantes de Matos fez uma apresentação do é o MS Acessível: é um desafio muito grande iniciar esse trabalho, mas estamos implantando o projeto MS Acessível, que está dentro do nosso contrato de gestão com o Governo do Estado, para que seja uma proposta de Estado muito mais que uma proposta de governo. Dialogar com os municípios, com os prefeitos, judiciário, executivo, legislativo, com toda a sociedade, porque a pessoa com deficiência precisa ser pensada por todos nós. Disse a secretária.  
 O encontro contou com a presença do professor Edivaldo Ramos que falou sobre a efetivação das políticas públicas e o engenheiro especialista em acessibilidade Dr. Jary Castro falou sobre barreiras arquitetônica e atitudinais, acessibilidade, lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência, cotas do mercado de trabalho, turismo acessível e mobilidade urbana e rural.
 Também participaram do encontro o promotor de justiça Marcos André Sant’Ana, o secretário estadual adjunto de cidadania e cultura Eduardo Romeiro, a presidente do conselho estadual dos direitos das pessoas com deficiência Dra. Tânia Regina Noronha Cunha, o prefeito de São Gabriel do Oeste Jeferson Tomazoni, os vereadores William Meira, Marly Nogueira e Adriana Nabhan. 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS