quinta, 04 de junho, 2026
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Com o lançamento aguardadíssimo de Diablo IV, muitos gamers estão prontos para entrar de cabeça em um universo de fantasia fascinante, aventuras incríveis e customização de personagens sem precedentes.
Ao iniciar sua conta do Diablo IV, você entra imediatamente em uma fantástica jornada que começa com a criação de um avatar que reflete sua identidade única. Contando com um arsenal de itens do Diablo IV, você estará pronto para ajustar, transformar e incrementar seu personagem como imaginar, o que certamente vai elevar sua experiência de jogo a níveis incríveis. A equipe da Blizzard Entertainment e seus profissionais excepcionais que deram vida ao jogo realmente se superaram desta vez.
O Diablo IV conta com uma ampla gama de opções de customização, disponibilizadas com o objetivo de torná-lo o jogo mais inclusivo já produzido pela Blizzard. No entanto, no contexto global de jogos, a conversa sobre diversidade está longe de terminar. Nós gamers continuamos lutando por mais opções de representação em todos os níveis.
A evolução da customização de personagens em jogosA maioria de nós já testou algumas opções de customização de personagens - talvez em jogos como Animal Crossing ou Deadby Daylight, onde a customização do seu avatar é uma parte comum integrante do jogo. No entanto, no contexto atual domercado de games, a customização não é mais apenas um recurso – é um ponto de destaque. Como o Diablo IV oferece mais de 100 horas de jogo, o que é um número impressionante, cresce também a pressão para a inclusão de mais opções de customização.
O Diablo IV estende seu tapete vermelho com cinco estrelas de destaque - o Bárbaro, o Ladino, o Mago, o Necromante e o Druida - cada um com seu próprio arsenal distinto de habilidades. Vejamos a classe dos Bárbaros, por exemplo. O jogo oferece ampla liberdade para escolher tipos de corpo, tons de pele, cortes e estilos de cabelo e até mesmo a opção de adornar o avatar com tatuagens e piercings. É algo que vai além de acertar na estética; trata-se de refletir a identidade dos jogadores. Com isso, os gamers podem ver um pouco de si mesmos no universo pixelizado e tecer um fio de nossa realidade na trama da fantasia do jogo.
Customização de personagens em Diablo IVActually Arcane, uma streamer famosa da Twitch, abordou de forma bastante precisa a questão emocional da criação dospersonagens de Diablo IV em um vídeo compartilhado com seus fãs. Ela detalhou pontos sobre o vínculo que é formado durante a criação do personagem, comentando: "Apesar das incontáveis opções de customização de personagens disponíveis nos jogos de hoje, às vezes pode ser bastante desafiador conseguir criar um personagem que realmente reflete minha diversidade física.”
Críticas e espaço para melhoriasNo entanto, essa questão tem outro lado. Alguns críticos sugerem que o Diablo IV amplie ainda mais suas opções de customização. No esquema atual, os tipos de corpo estão atrelados às classes de personagens. Isso significa que os gamers que buscam um tipo físico mais forte precisam necessariamente escolher personagens das classes Druida ou Bárbaro, enquanto as estruturas corporais mais esguias estão restritas às classes Mago e Ladino. Com isso, a comunidade gamer continua pedindo mais diversidade, independente de classe.
O streamer ReadySetBen está entre os jogadores que lutam por mudanças, indicando lacunas e falhas principalmente para jogadores negros e LGBT+. Essa preocupação não se limita apenas ao Diablo IV, mas vem se estendendo por toda a indústria de games. Há uma clara necessidade de ampliar o leque de opções para refletir melhor a diversidade do mundo real e de nós, jogadores.
Desafios na expansão de opções decustomização dos personagensNo entanto, essa questão traz um desafio de nível avançado,como destaca a especialista em games Tulay McNally, umaveterana experiente com grandes nomes como a EA em seu currículo. Ela revela um pouco sobre o drama nos bastidores: os desenvolvedores vêm se esforçando para defender a diversidade, mas acabam se deparando com limitações tecnológicas, principalmente quando se trata de jogos com cronogramas de produção que se estendem durante anos.
O futuro da customização de personagens em Diablo IVÉ possível que a equipe do Diablo IV esteja trabalhando em um pacote de expansão para customização. Os jogos que buscam se diferenciar e promover a inclusão se destacam no mercado, lançando uma rede mais ampla para capturar perfis de jogadores mais diversos e permitir que eles se aprofundem no universo dojogo. Como McNally afirma, "A customização é fundamental - é a poção mágica que aumenta a imersão e o envolvimento do jogador.”
ConclusãoOs gamers que se aprofundam no mundo fascinante de Diablo IV guardam seu ouro ganho com muito esforço e investem inúmeras horas para adaptar a aparência de seus personagens. A verdade é que cada uma das opções de customização ajuda a aumentar a imersão e conexão pessoal no jogo.
Enquanto isso, aguardamos ansiosamente para saber como oDiablo IV e o universo dos games como um todo pretendemaumentar o nível de customização de personagens e representaras verdadeiras cores da diversificada comunidade gamer.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS