quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
Intenção é trocar experiências com mães que estão recebendo este primeiro diagnóstico e também arrecadar fraldas, alimentos e brinquedos, entre outras doações
21 de março de 2024
Graziela Rezende / Midiamax
Mães atípicas, como são chamadas aquelas que recebem o diagnóstico de filhos com autismo e síndrome de Down, entre outras alterações, estão organizando um piquenique, com a intenção de ajudar outras mães que recebem a mesma notícia e, em muitos casos, não sabem por onde começar. Nesta quinta-feira (21), Dia Mundial da Síndrome de Down, o convite é para que as pessoas compareçam no piquenique que ocorrerá no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.
Uma das mães participantes é a assistente de serviço de saúde, Ana Claudia Lima Martos Rolon, de 40 anos. “Eu faço parte deste grupo e o nosso intuito é arrecadar fraldas, alimentos, leite, brinquedos, tudo o que a pessoa desejar estar doando. Vamos dar assistência a estas mães que estão recebendo este primeiro diagnóstico, pois, sabemos que é um momento muito difícil na vida da mãe, principalmente por conta das terapias e várias outras demandas financeiras que surgem”, disse.
Mãe de dois meninos, um de seis anos e o mais novo, de nove meses, o qual recebeu o diagnóstico de Trissomia do cromossomo 21, Ana conta que foi uma surpresa, principalmente porque não houve nenhuma intercorrência durante a gravidez.
“Quando ele nasceu, fui liberada após dois dias no hospital. Os testes foram todos normais, só que, no consultório, com 15 dias de vida, a pediatra dele fez uma análise e viu que ele tinha características de síndrome de down. Era algo que não tinha sido levantado em momento nenhum, nem no pós-parto comigo, só que eu recebi esta notícia e meu mundo abriu. Em seguida, fizemos cariótipo e, com um mês, ele foi diagnosticado e realmente deu que ele tem a trissomia do cromossomo 21. A partir daí, com dois meses, já iniciamos a terapia. Ele é uma benção na nossa vida e está tendo um desenvolvimento maravilhoso”, ressaltou Ana.
Nesta troca de experiências, também está a professora e educadora parental Thaiza Ferreira de Souza, de 34 anos, que é mãe da uma menina com o mesmo diagnóstico e troca experiências, dores e dicas com outras mulheres. “Estamos organizando o evento no sábado por conta de uma questão de logística. Tudo surgiu a partir de um grupo no WhatsApp, de acolhimento a mães que recebem esta notícia. Se chama T 21 Baby e buscamos apoio para estas famílias. Agora, faremos um evento um pouco maior”, comentou.
O evento será no próximo sábado (23), a partir das 15 horas. Veja o convite da Thaiza:
Síndrome de Down
Síndrome de Down ou Trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente.
Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862. A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune, que descobriu uma cópia extra do cromossoma 21. É o distúrbio genético mais comum, estimado em 1 a cada 1000 nascimentos.
A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal . Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal