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Dia Mundial da Agricultura Familiar: ações do Governo de MS transformam a vida de 43,2 mil famílias

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25 de julho de 2021

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Kelly Ventorim, Semagro

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A entrega de maquinários, implementos e equipamentos (patrulhas mecanizadas) para todos os municípios sul-mato-grossenses, a criação das centrais de abastecimento, o auxílio na organização de cooperativas e associações, as ações de reforço na assistência técnica, a recuperação de estradas municipais e o empenho para regularização de títulos de terras consolidam a política de desenvolvimento implementada pelo Governo do Estado para o desenvolvimento das 43,2 mil famílias da agricultura familiar em Mato Grosso do Sul.

“Conforme nos recomendou o governador Reinaldo Azambuja, implementamos uma política de modernização da agricultura familiar a fim de valorizar e promover a fixação do homem no campo, oferecendo condições para a melhoria da produção e da competitividade de assentamentos, comunidades indígenas e quilombolas”, afirma o secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

Produção de verduras é uma das principais atividades dos agricultores familiares

No domingo, 25 de julho, é comemorado o Dia Mundial da Agricultura Familiar e sua importância não está ligada apenas ao produtor rural ou a produção agropecuária, mas também à preservação de ecossistemas, ambientes produtivos e, principalmente: Preservar o solo é uma responsabilidade de toda sociedade para garantir a manutenção da vida na terra. Além de fornecer recursos de subsistência a muitas famílias em todo país, essa atividade econômica, é a responsável por colocar na mesa dos brasileiros mais de 70% dos alimentos consumidos, segundo a FAO.

Política estratégica do Governo do Estado, a agricultura familiar ganhou destaque na gestão do governador Reinaldo Azambuja, tendo na Semagro e seus órgãos vinculados, como a Agraer e também a Iagro e o Imasul, os grandes responsáveis pela maior inserção dos pequenos agricultores no contexto do agronegócio sul-mato-grossense, considerando sua responsabilidade social e ambiental. 

A maior entrega de máquinas e equipamentos já feita aos municípios do Estado, com 252 patrulhas mecanizadas - que não deve ser mensurada pela quantidade de equipamentos, mas, pela relevância das atividades executadas – foi uma das ações nos últimos anos que ajudaram no crescimento da produção, ampliação da renda das famílias e o mais importante, na fixação do homem no campo, e incentivo de permanência das novas gerações.

Equipamentos entregues pelo Governo do Estado para fortalecer a agricultura familiar (Foto Edemir Rodrigues)

Os tratores, grades aradoras, niveladoras, carretas agrícolas e distribuidoras de calcário - entregues desde 2015 - juntamente com a ampliação das atividades já executadas pela Agraer, a parceria com os parlamentares do Estado que garantiu o investimento dobrado de todas as emendas direcionadas a Agricultura Familiar e a profícua parceria mantida com o Governo Federal através do MAPA promoveram o desenvolvimento econômico, social, agroambiental, e rural sustentável nas pequenas propriedades, de forma jamais vista.

Ao citar as parcerias, destaque para a que garantiu a entrega dos Títulos de Domínio (TD) a beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), através do convênio do ‘Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil’, ação inédita que tirou da dificuldade centenas de famílias, no Estado. Com a documentação da propriedade o agricultor familiar pode participar dos mais diversos programas que vão desde a captação de recursos para custeio, plantio até a construção de moradias e ampliação de suas atividades.  

Em outra ação, agricultores familiares de assentamentos em 53 municípios de Mato Grosso do Sul, localizados em áreas rurais pertencentes à União, foram beneficiados com o programa ‘Titula Brasil’ - lançado pelo governo federal para regularizar a situação fundiárias de pequenos produtores que ainda não têm o título da terra. Ao todo, são cerca de 30 mil títulos de pequenas propriedades rurais beneficiados em ação integrada da União, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Incra, com o Governo do Estado.

Com as ações de regularização em andamento, o Governo do Estado pôde garantir – através da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) - assistência técnica aos produtores assentados que foram titulados ou estão em processo de titulação, pertencentes à relação de beneficiários do Incra, para um trabalho que deve ser realizado nos próximos dois anos.

O convenio garante que os técnicos da Agraer levem todas as políticas públicas e técnicas para melhorar as condições de vida dos produtores, promovendo o desenvolvimento econômico, social e agroambiental, e consequentemente o desenvolvimento rural sustentável, tão necessário nesses assentamentos.

“Todas essas ações, ajudaram a ampliar o acesso das famílias às políticas públicas e reposicionou a nossa agricultura familiar frente ao mercado”, afirmou o secretário Jaime Verruck, que junto do governador Reinaldo Azambuja tem mantido em ritmo acelerado as ações voltadas ao setor produtivo como um todo.

Em Mato Grosso do Sul 122 agroindústrias estão ativas e cadastradas no PROVE (distribuídas em 38 munícipios) produzindo os mais diversos produtos como: mel, panificados, lácteos, mandioca congelada, artesanatos, vegetais em conservas, derivados da cana, polpa de frutas, rapadura, doces, conservas, compotas, peixes, farinha de mandioca, café, frango caipira congelado, vassouras artesanais, carvão e lenha de eucalipto.

Os produtos da agricultura familiar comercializados na CEASA/MS correspondem a apenas 20% do total, sendo os mais expressivos: mandioca, alface e melancia. No primeiro semestre todos os 3 produtos ultrapassaram 3 milhões de quilos comercializados.

Os municípios mais produtivos do Estado são: Jaraguari, Campo Grande, Terenos e Sidrolândia. Os três primeiros comercializaram acima de duas mil toneladas cada no primeiro semestre, e Sidrolândia mil toneladas.

Atualmente existem no Estado 61 laticínios ativos que representam 78,9% da captação diária de leite. Aproximadamente 70% da produção se concentra em apenas 31 municípios, distribuídos em 3 polos produtivos.

Considerando esses números, Jaime destaca ainda a importância da adesão de Mato Grosso do Sul ao Programa de Aquisição Alimentar (PAA). Com 25 cooperativas ativas e aproximadamente 317 associações da agricultura familiar, o Estado tem expressiva participação nas políticas públicas PAA e PNAE.

Em Mato Grosso do Sul são: 1.102 assentados pelo Banco da Terra, 4.001 produtores assentados através do crédito fundiário e 27.771 produtores assentados pelo Incra. Produtores tradicionais somam 20.060, quilombolas 563, indígenas 14.034 e pescadores 2.360.

No PAA CONAB foram comercializados entre os meses de junho de 2020 até julho de mais de R$ 1,3 milhões e distribuídos em 530 beneficiários fornecedores que integram 41 associações. Ao total foram comercializados 58 tipos de produtos (aproximadamente 571 toneladas).

No PAA Estadual, 541 produtores fornecedores (120 indígenas) comercializando aproximadamente 60 produtos hortícolas “in natura” e 20 produtos processados. Estão sendo adquiridos neste ano mais de 740 toneladas e pago ao produtor mais de R$ 3,4 milhões, beneficiando 12.269 famílias.

No PNAE foram comercializados R$ 4.382.747,31 dos R$ 27.931.583,00 que foram repassados, considerando que apenas 15,69% foi entregue do total disponibilizado. O PNAE teve 365 propostas participativas que fizeram parte do somatório. Em 2019, 24,77% foram gastos com a agricultura familiar e em 2020, 24,05%.

Ao reforçar a importância da parceria mantida com o Governo Federal, o secretário comentou ainda a importância da ampliação dos recursos ofertados no Plano Safra para a agricultura familiar, nos últimos anos, em especial na edição 2020/2021, onde R$ 33 bilhões em recursos para financiamento (5,7% mais do que no ano anterior)  via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), foram colocados à disposição, focado em três pilares: assistência técnica, crédito e comercialização.

Pandemia

Para auxiliar as famílias na superação dos problemas gerados pela pandemia, A Semagro implementou ações (por meio da Agraer) que buscaram manter o ritmo do setor.

Desde o início da pandemia, a Secretaria atuou na elaboração de nota técnica para funcionamento das feiras livres, ofertou assessoria técnica para prorrogação de parcelas do Pronaf e Pronamp, fornecimento de laudo de perdas de produção e comercialização dos produtos da agricultura familiar, orientação aos fornecedores de alimentos para a merenda escolar pelas aquisições do PNAE para distribuição às famílias dos estudantes, fez gestão para criação de linha de crédito emergenciais do Pronaf e Pronamp, alterou horários de funcionamento do Ceasa e abriu mais espaços para produtores da agricultura familiar, apoiou a distribuição de cestas básicas à comunidade indígena e trabalhou pela prorrogação do financiamento do crédito rural de agricultores familiares, pequenos e médios produtores impactados pelo Covid-19. 

Durante todo o período o Governo do Estado manteve a entrega de produtos que iriam para a merenda escolar aos alunos da rede estadual de ensino, incluindo itens da Agricultura Familiar. A estimativa é de que 210 mil estudantes estão sendo beneficiados com os alimentos durante a suspensão das aulas presenciais.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias com baixo índice de perdão, mostra CNT

Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.

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Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.

Maioria da malha fica entre baixo e médio índice

Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.

A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.

Infraestrutura pública tem pior desempenho

No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.

Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.

Regiões Sul e Sudeste concentram os trechos mais seguros

A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.

Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.

“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.

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Prefeitura de Coxim emenda feriado e mantém apenas serviços essenciais em regime de plantão

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A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.

Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.

Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal