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Dez dias após alta, avó celebra neta em casa e mostra evolução da bebê afogada em São Gabriel

Criança foi afogada pela mãe e chegou a ficar internada no CTI da Santa Casa, entre a vida e a morte

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29 de outubro de 2024

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TMN/PCS / EDIÇÃO MS

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A avó da bebê de nove meses celebrou, neste último domingo (27), evolução da neta após 10 dias de alta, já em casa, em São Gabriel do Oeste, a 117 quilômetros de Coxim. A criança foi afogada pela mãe e chegou a ficar entre a vida e a morte.

Em postagem nas redes sociais, ele mostrou o look da pequena para passar o domingo. Na foto, a bebê ainda aparece auxiliada por equipamentos médicos, devido ao tratamento ainda em andamento, no entanto, demonstra grande evolução clínica.

Ela e a avó estão há 10 dias em casa, após receberem alta, no dia 18, da Santa Casa de Campo Grande. A bebê foi afogada pela própria mãe em 2 de setembro e desde então ficou entre a vida e a morte no hospital.

Nestes mais de dois meses de internação, a avó fazia postagens diárias sobre o estado de saúde da netinha, que ficou 45 dias internada. Ela registrou a saída do CTI e o primeiro colo após a tragédia.

A bebê passou por momentos dificílimos, mas a familiar sempre se apegou a Deus e nunca perdeu a fé. No dia 25 de setembro a criança deixou o CTI, onde estava sem situação crítica. Em postagem, a avó celebrou:

"Indo para casa", escreveu. Ela postou duas fotos, sendo uma de dezembro de 2023, quando a neta tinha acabado de nascer e por coincidência estava na Santa Casa. A outra foto é do dia 18 de outubro, com a pequena ainda com uma sonda no nariz, igualmente deitada sob um lençol do hospital.

"Busquei o Senhor e Ele me respondeu; Livrou-me de todos os meus temores. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! Eterna é a sua misericórdia", escreveu a avó.

O caso

A mãe da menina, de 31 anos, foi presa em flagrante em 3 de setembro, por tentar matar a filha. Ela será indiciada por homicídio qualificado na forma tentada, em São Gabriel do Oeste.

Segundo o delegado Matheus Alves Vital, a mulher colocou a criança em uma bacia com água e tentou afogá-la. A menina foi resgatada pela avó, que a levou para o hospital municipal.

Cardiopata, a bebê teve uma parada cardiorrespiratória e foi transferida em estado grave para Campo Grande. A suspeita é usuária de entorpecentes, além de tomar remédios controlados, e confessou o crime à polícia.

Há duas versões sobre a motivação. Registro policial diz que a mãe ficou com medo de criar a criança cardiopata sozinha após briga com a avó da bebê. Também há a possibilidade de ela querer se vingar da avó após a discussão.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS