quinta, 04 de junho, 2026
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Em alusão ao Dia Mundial do Doador de Sangue (14 de junho), a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) incentiva os policiais penais de Mato Grosso do Sul a realizarem esse ato de amor que pode salvar vidas.
As doações podem ser realizadas em todas as unidades da Rede Hemosul que coletam diariamente: Hemosul Coordenador, Santa Casa, Hospital Regional, Dourados, Ponta Porã, Três Lagoas e Paranaíba.
A campanha Junho Vermelho ganhou uma contribuição especial de quem está cumprindo pena também. Reeducandos da Capital e interior do Estado dedicaram tempo, habilidade e parte dos ganhos na confecção de bolas esportivas que serão entregues ao Hemosul.
A iniciativa conta com apoio da empresa parceira da agência penitenciária na contratação de mão de obra prisional – Sportball, que doou os insumos para a confecção de 300 bolas que serão entregues à campanha.
A ação social conta com reeducandos da Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira 2, na Capital, além de presídios masculinos de Bataguassu, Caarapó e Ivinhema.
A empresária Rafaela Barbosa dos Santos teve a iniciativa de fazer a doação das bolas, como já realizada em São Paulo, e que teve resultados bem proveitosos.
“Eu tenho um histórico de saúde no qual eu precisei, em muitos momentos da minha vida, de sangue. Sei como é ficar entre a vida e a esperança de ter um doador compatível com meu tipo sanguíneo. É uma honra participar desse projeto grandioso e espero que essas sementes se tornem grandes frutos”, revela a empresária.
As peças farão parte dos brindes que o Hemosul irá distribuir aos doadores de sangue neste mês de junho. Cada doador, irá retirar um papel de dentro de uma caixa que vai indicar o que ganhará de brinde. Além das bolas, também serão entregues camisetas, cappuccino, castanhas, entre outros.
A diretora de Assistência Penitenciária da Agepen, Elaine Arima Xavier Castro, destaca o importante papel social que o sistema prisional também desempenha, com apoio de instituições parcerias e da mobilização da equipe de servidores.
“É uma união de esforços para a realização de inúmeros projetos que utilizam o trabalho prisional em prol do benefício à sociedade e essa ação vem para contribuir ainda mais. Os internos participantes trabalharam voluntariamente e com gratidão em poder estar contribuindo, mesmo que em situação de cárcere, e isso é muito valoroso”, afirmou, reforçando a importância de participar da doação de sangue.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS