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Desabafo de um produtor rural insatisfeito com os políticos de Coxim

Situação da ponte da Xiboca revolta produtor contra políticos de Coxim

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28 de janeiro de 2016

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Meus amigos!
 
Sou residente nesta cidade e tenho duas pequenas propriedades na região conhecida como Xiboca. Entre as chácaras Vida Nova I e Vida Nova II existe a ponte Xiboca de aproximadamente seis metros de comprimento. Há aproximadamente três anos esta ponte vem caindo os pedaços até chegar ao ponto de não ter mais condições de trafegabilidade. Primeiro caiu uma cabeceira, quando então solicitei ao secretario de Obras do Município para que mandasse um caminhão para recuperação da mesma, momento em que o secretario disse-me que não teria condições de mandar arrumar pois estava fazendo um mutirão contra a dengue na cidade,(isso foi naquela época em que os mendigos da esquina da feira do produtor foram expulsos). Não tendo solução, carreguei por várias semanas restos de construção e entulhos com minha camionete F1000 para recuperação da cabeceira. No ano seguinte, caiu a outra cabeceira e não tem como jogar entulhos porque a água levou a estrutura de madeira. Então colocamos algumas tábuas para passar veículos leves e pedestres correndo o risco de cair a qualquer momento. Solicitei umas tábuas usadas que foramretiradas da ponte do córrego Fortaleza e nem isso consegui. Agora com as chuvas não tem mais transito, um buraco imenso surgiu.  Se alguém ficar doente não vai ser possível o socorro. Nestes anos venho fazendo uma via-sacra... falei com o Prefeito, Secretário de Obras, Secretário de Gestão, Chefe de Gabinete e Vereadores por várias vezes, mas até agora nada foi feito. 
E agora meus amigos?  O artigo 5º da Constituição Federal diz que é livre a locomoção no território nacional... não estou conseguindo me locomover. Estão me tirando esse direito de ir e vir. Nesses anos todos estou roçando as pastagens com a utilização de foice e enxadão com a maior dificuldade, meus braços já não aguentam mais... trabalhei muitos anos para comprar um trator para executar este serviço e não consigo passar para o outro lado. Pago Fundersul, imposto de renda, INSS, IPTU, ITR, CCIR, IPVA e outros impostos e pra onde vai esse dinheiro?Na eleição passada, estiveram fazendo uma reunião naquela região e nos prometeram muitas melhorias, mais só ficou na conversa. Nunca apareceu uma patrulha mecanizada para arrumar as estradas que é linha de ônibus escolar, pelo contrário, quebraram dois mata-burros e na época das chuvas não passam veículos carregados com gado. Todos os moradores daquela região estão preparados para dar a resposta na próxima eleição.
Manoel Farias Barbosa

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS