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Dentista de Coxim nega ter participado do vandalismo em Brasília

A partir daí, segundo o dentista, começou o combate, com muita bomba e bala de borracha.

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15 de dezembro de 2022

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Campo Grande News

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O dentista Celso Sodré Cardoso, morador de Coxim, diz ter sido confundido e acusado de participar do vandalismo em Brasília, na última segunda-feira. Manifestantes, contrários à eleição de Lula, queimaram carros, ônibus e depredaram delegacia. Cardoso, que se diz patriota. afirma ter sido “massacrado, humilhado e ameaçado”.

Em vídeo, ele nega as acusações. “Eu não participei de nenhum ato terrorista, de nenhuma depredação, não existe imagem minha fazendo esse tipo de coisa”, afirma. Assista, acima, ao vídeo.

Na noite de segunda-feira (12), manifestantes que são contra o resultado das eleições entraram em confronto com a Polícia Militar do Distrito Federal, ao lado da sede da Polícia Federal, na Asa Norte, no centro de Brasília.

O conflito começou após a Polícia Federal prender o cacique Serere Xavante, em cumprimento ao pedido da Procuradoria-Geral da República e de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A confusão se deu porque o dentista aparece nas imagens usando máscara, semelhante às utilizadas por grupos denominados dos black blocks (grupo mascarado que usa da violência para protestar).

O dentista começa o vídeo dizendo que, “como todos sabem minha imagem está sendo vinculada a atos terroristas, esquerdistas e infiltrados. É isso que eu estou sendo chamado. Eu sou patriota, amo meu País. Estou há mais de 30 dias participando pacificamente das manifestações, primeiro na minha cidade e agora em Brasília”.

Ele afirmou que no dia do quebra-quebra presenciou a prisão do cacique Serere, que considera “absurda”. Por esse motivo, dirigiu-se ao prédio da Polícia Federal, que fica próximo ao hotel onde estava hospedado.

“Ali me deparei com pessoas com ânimos exaltados e uma dezena de policiais, por esse motivo eu fui até o meu carro e peguei uma máscara de gás que eu tinha. Nós estávamos ali para protestar pacificamente sobre essa prisão. Quando me perguntado se eu tinha visto a chegada de um ônibus local, disse que não. Mas eu presenciei a prisão do cacique Serere, por isso eu dei o meu telefone para esse determinado senhor. Passou algum tempo, ele foi até a mim e perguntou o meu nome. E eu falei: Celso Sodré e pode anotar aí. E foi isso que aconteceu”.

A partir daí, segundo o dentista, começou o combate, com muita bomba e bala de borracha.

Resultado do quebra-quebra – Os atos de vandalismo provocados por manifestantes terminaram sem presos e deixaram diversos prejuízos na área central de Brasília. Além de ônibus e carros incendiados, a cidade amanheceu com equipes da Polícia Militar do Distrito Federal em frente ao prédio-sede da Polícia Federal para reforçar a segurança da região.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS