quinta, 04 de junho, 2026
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Sob o som dos sambas-enredos "Carnavalis" e "No grito dos oprimidos a voz do povo ninguém vai calar e no toque do meu tambor a arara voa ensinando o amor para quem não sabe amar", as escolas de samba Deixa Falar e Mocidade da Nova Corumbá se consagraram as campeãs dos desfiles de Carnaval em Campo Grande e Corumbá, respectivamente. Ambos os eventos foram apoiados pelo Governo de Mato Grosso do Sul.
Os desfiles aconteceram domingo (19) e segunda-feira (20) em Corumbá, e na segunda e terça-feira (21) em Campo Grande. No município pantaneiro, a Mocidade da Nova Corumbá levou o título ao atingir 158,3 pontos na classificação geral.
Esse é o bicampeonato da escola, que desfilou com 750 componentes em 22 alas e quatro carros alegóricos. Também pelo segundo ano seguido, a escola Major Gama aparecer na segunda posição, com 157,5 pontos. O terceiro lugar neste ano ficou com A Pesada, que somou 157,4 pontos no Carnaval mais tradicional de Mato Grosso do Sul.
Já em Campo Grande, o título ficou pela quarta vez com a Deixa Falar, escola da Vila Nasser, na região norte da capital sul-mato-grossense. A apuração campo-grandense ocorreu na Praça do Rádio Clube, e assim como a corumbaense, foi realizada na noite de quarta-feira (22), levando vários adeptos das escolas para acompanhar o evento.
Sem atender aos critérios técnicos da Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca), a Unidos do Aero Rancho foi eliminada da disputa antes do início da contagem dos pontos, ficando apenas seis escolas na corrida.
A Deixa Falar ficou com o título somando 269,4 pontos, enquanto as tradicionais Vila Carvalho e Igrejinha - maior campeão do Carnaval campo-grandense - ficaram em segundo e terceiro, respectivamente, com 268,2 e 263,9 pontos.
Na quarta colocação ficou a Cinderela Tradição do José Abrão, com 262 pontos, seguida pela Os Catedráticos do Samba, com 261,7 pontos, e pela Unidos do Bairro Cruzeiro, que fechou a lista de escolas com 259,1 pontos conquistados.
Apoio do Governo de MSOs desfiles das escolas de samba de Corumbá e de Campo Grande já se tornaram tradição cultural nas duas cidades, anualmente. Sendo assim, ambos os eventos contam com o apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio de convênio firmado entre as ligas que gerem os desfiles nas cidades e a Fundação de Cultura.
À Liga Independente das Escolas de Samba de Corumbá (Liesco) foi garantido R$ 600 mil para auxiliar as atividades das escolas corumbaense, enquanto a Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca) teve R$ 800 mil para repassar às escolas campo-grandenses, assim somando o valor de R$ 1,4 milhão investido nos desfiles.
Fora do período de desfiles, as escolas de samba buscam através de eventos próprios durante o ano arrecadar recursos para irem à avenida no ano seguinte, realizando em paralelo a isso a integração nas comunidades que representam e um trabalho social importante para o fortalecimento e valorização da sociedade como um todo.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS