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Geral
O auditório da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) serviu de palco na noite desta quinta-feira (30) para a celebração dos 40 anos da Defensoria Pública do Estado.
1 de julho de 2022
Bruno Chaves, Subcom
O auditório da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) serviu de palco na noite desta quinta-feira (30) para a celebração dos 40 anos da Defensoria Pública do Estado. A cerimônia reuniu diversas autoridades e representantes dos Poderes, como o governador Reinaldo Azambuja e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Corrêa.
Ao lado da defensora pública-geral Patrícia Cozzolino, o governador Reinaldo Azambuja parabenizou a instituição que tem 206 defensores pelo forte trabalho prestado aos cidadãos mais necessitados, que vivem em situação de vulnerabilidade social.
“Nesses sete anos e meio como governador, posso dizer que a Defensoria é uma instituição que atende o mais desassistido e está presente nas causas que mais afligem aquelas pessoas sem nenhuma condição de recurso. A Defensoria cumpre seu papel, atendendo juridicamente as demandas dos mais desassistidos. Mas mais do que isso, a Defensoria constrói pontes. Nós tivemos aqui momentos de pandemia em que a Defensoria sentou junto à mesa para buscarmos soluções conjuntas para muitos problemas. Então, a palavra é de gratidão ao trabalho prestado para as pessoas de Mato Grosso do Sul. É uma honra poder participar desse momento e celebrar uma história de muita luta e trabalho que orgulha o Mato Grosso do Sul”, destacou Reinaldo Azambuja.
O governador aproveitou o evento para cumprimentar a defensora pública-geral Patrícia Cozzolino pelo seu aniversário, que é celebrado nesta quinta-feira (30), e disse que fica muito grato por “juntos terem fortalecido a Defensoria, atendendo as demandas dos defensores”.
No evento, Patrícia Cozzolino, que chefia o órgão público desde 2021, destacou o trabalho desempenhado neste período. “Buscamos desde início o diálogo com o Executivo e com todas as demais instituições. Isso foi fundamental para avanço de várias políticas públicas. É uma gestão de consenso e encontro porque, afinal, estamos todos pelo bem dos cidadãos sul-mato-grossenses”, afirmou a defensora pública-geral.
Para ela, as quatro décadas da Defensoria marcam o avanço da instituição ao longo dos anos na expansão dos atendimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade: de maneira presencial, nas unidades; remota, com a plataforma digital; e móvel, com a Van dos Direitos. Só no ano passado foram 325 mil atendimentos, revelou Patrícia Cozzolino.
Sede própria
Ao discursar para uma plateia formada majoritariamente por defensores, Reinaldo Azambuja anunciou que já autorizou a Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização (SAD) a adquirir um terreno que será doado à Defensoria Pública para a construção da sede própria em Campo Grande. Atualmente, a instituição funciona em espaços cedidos no Fórum, no Parque dos Poderes e também em prédios alugados. Segundo o deputado Paulo Corrêa, a área que será doada pelo Estado fica no centro da cidade para facilitar o acesso da população.
Oficialmente, o aniversário da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul é comemorado no dia 1º de julho. Mas a festa foi realizada nesta quinta-feira (30) com entregas de homenagens às pessoas que contribuíram com o trabalho da instituição nestes 40 anos. O governador Reinaldo Azambuja foi uma das personalidades reconhecidas.
Também participaram da cerimônia os deputados federais Vander Loubet e Luiz Ovando, além de demais autoridades representantes do legislativo e judiciário.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS