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Crise Financeira do HR de Coxim será discutida na noite de hoje

Hoje a noite será discutida a real situação do HR e quais os motivos que estão levando o maior hospital da região norte ao caos, onde tem causando preocupação a população, quando necessita de atendimento.

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29 de maio de 2019

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Cesar Rodrigues

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Uma “fórmula” que permita a criação de mecanismos de custeio do Hospital Regional de Coxim que permita a amortização da dívida de aproximadamente  R$ 9 milhões começa a ser  buscada hoje através de Audiência Pública no plenário da Câmara de Vereadores, às 19 horas. Sob o slogan “Crise Financeira do HR de Coxim: Responsabilidade da União, Estado e Municípios” o assunto começa a ser tratado de forma conjunta pelos poderes Executivo, Legislativo, Ministério Público e entidades com o objetivo de recolar “nos trilhos” a unidade hospitalar mais importante da Região Norte.
 Hoje a noite será discutida a real situação do HR e quais os motivos que estão levando o maior hospital da região norte ao caos, onde tem causando preocupação a população, quando necessita de atendimento. Os pacientes sem condições financeiras sofrem nos corredores aguardando horas pelo atendimento, outros são atendidos, mas encaminhados de volta para casa sem realizar nenhum exame. O número de funcionário é mais que o necessário, enquanto falta médicos e atendimento digno aos pacientes.
 O assunto não é novo, mas a iniciativa - pelo Legislativo - é do vereador Abílio Vanelli que vai propor várias medidas que possam ajudar na recuperação econômica e administrativa da entidade.  Todas as decisões serão tomadas de forma colegiada, mas a Câmara de Vereadores vai trabalhar com a ideia de criação de uma “Comissão Técnica” permanente para acompanhar todas as tramitações institucionais.
Após três meses de atrasos de repasses o Governo do estado finalmente conseguiu manter o custeio em dia. Apesar disso as dívidas acumuladas, ao longo dos anos transforma o déficit numa “bola de neve” que não para de crescer. O Setor Administrativo da entidade tem que priorizar gastos pontuais como salários e outras despesas necessárias. Impostos municipal, estadual e federal não estão sendo quitados por total incapacidade de endividamento no momento. O montante acabará se tornando impagável com o decorrer dos anos.
Segundo Abílio Vanelli a única forma de “tirar o Hospital Regional da UTI” e recuperar sua saúde financeira é iniciar uma discussão coletiva com todos os setores da sociedade. A entidade opera com a bandeira de “Regional” mas é essencialmente municipal e os repasses feitos pelos municípios vizinhos ainda são insuficientes para manter o nível dos atendimentos de Sonora, Alcinópolis, Rio Verde, Pedro Gomes  e Coxim.
Repasses do Ministério da Saúde para o custeio de hemodiálise – por exemplo – estão na casa dos R$ 118 mil e são insuficientes porque são gastos R$ 250 mil todos os meses com este procedimento. Sugestões que possam equilibrar as despesas com receitas estão sendo aguardadas hoje na Audiência Pública. Maciel Rolim, do Núcleo de Saúde de Coxim, vai representar o secretário de Estado de Saúde no evento. 
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS