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CRAM de Coxim: Metas, desafios, dificuldades e conquistas

Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), que funciona em Coxim é um espaço destinado a prestar acolhimento e atendimento humanizado às mulheres em situação de violência, proporcionando atendimento psicológico e social. Esse trabalho é realizado em parceria com a Secretaria de Assistência Social do Município de Coxim.

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1 de abril de 2022

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Glenda Melo

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Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), que funciona em Coxim é um espaço destinado a prestar acolhimento e atendimento humanizado às mulheres em situação de violência, proporcionando atendimento psicológico e social. Esse trabalho é realizado em parceria com a Secretaria de Assistência Social do Município de Coxim.
 A coordenadora, Clediane do Prudêncio recebeu nossa reportagem e falou sobre os desafios que não são poucos e fez questão de falar da importância de todos que fazem parte da equipe como a Psicóloga e técnica Mayara Duarte e a assistente administrativo Maria Angelina Rondora que nos mostrou o prédio e toda estrutura montada para o atendimento das mulheres. 
O Cram de coxim é responsável pelo atendimento de toda região norte, ainda segunda coordenador as denúncias durante o período pandêmico aumentaram em até 90%. A violência doméstica contra a mulher já existia antes da pandemia, entretanto, nesse contexto de isolamento, a tensão com a presença constante do companheiro, a iminente crise econômica, a sobrecarga com as atividades domésticas e o cuidado com os filhos podem ser fatores que deixam as mulheres mais vulneráveis a violência de seus parceiros, limitando-as de buscar ajuda ou denunciar. Convém lembrar ainda que não é somente a violência física que faz com que as mulheres procurem o Cram, a violência psicológica, patrimonial, moral e sexual também são consideradas formas graves de violência contra as mulheres e têm se tornado mais comuns que imaginamos.
 O fato da vítima ter uma relação de confiança com seu agressor dificulta o rompimento do vínculo e a denúncia, muitas vezes por medo e vergonha, a dependência financeira e emocional faz com que essa mulher sinta ainda mais dificuldade em sair desse ciclo de violência. 
Segundo a psicóloga e técnica responsável pelos atendimentos das mulheres Mayara Cristine Duarte Biscarra, quando as mulheres chegam ao Cram são acolhidas pela equipe que fazem o atendimento e começam então o acompanhamento dessas mulheres, de acordo com a psicóloga, quando essa mulher chega ao Cram elas chegam vulneráveis e muito assustadas, existe toda uma rede de acolhimento para essa mulher que chega até o centro de acolhimento, delegacia, Ministério Público, todos trabalham em parceria para que sejam colocadas em práticas as medidas protetivas até que essa mulher se sinta segura para retornar ao seu lar, até isso acontecer as mulheres que chegam ao Cram são encaminhadas para locais seguros e sem endereço divulgado para sua própria segurança.
 No ano de 2021 foram feitos ao todo 265 atendimentos,63 mulheres estão ativas no sistema do Cram- Coxim.  Em 2022, uma média de 13 novas medidas protetivas chegaram ao Cram por mês.
“Nosso público não segue um padrão, não temos um público com uma faixa etária estabelecida e nem existe também um perfil socioeconômico, atendemos desde jovens com 18 anos, até idosas, inclusive atendemos recentemente uma idosa de 81 anos que era agredida por seu companheiro Relata a psicóloga”.
Como os atendimentos têm aumentado a coordenadora Clediane Prudêncio também ratifica que a estrutura também precisa ser ampliada, é preciso um motorista, pois o prédio possui um veículo próprio mas não possui o motorista para que sejam feitos os encaminhamentos nos bairros em que a equipe é solicitada, segurança para o local também seria muito importante para que funcionárias e vítimas possam se sentir seguras durante os atendimentos, uma advogada e uma assistente social também iriam otimizar os atendimentos. 
Como todo Centro que recebe vítimas de violência doméstica o desejo da equipe do Cram é que os números de atendimentos regridam e que cada vez mais a violência doméstica seja somente uma mancha na história do nosso país. Para as mulheres que são vítimas de alguma forma de violência e ainda não se sentem encorajadas para denunciar e buscar ajuda a equipe do Cram pede para que essas mulheres rompam as barreiras e procurem ajuda e denunciem. As mulheres precisam saber que na cidade de Coxim existe um local preparado para atendimento e que elas não estão só, agressores devem ser denunciados para que os ciclos de violência acabem definitivamente.
 DENUNCIE E BUSQUE AJUDA. O Cram de Coxim está localizado na avenida Virgínia Ferreira nº 307, telefone: 3291-4335 WhatsApp: 99801-2659. 
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS