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CPB conclui vistoria em Campo Grande para implantar Centro de Referência Paralímpico Brasileiro

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23 de junho de 2021

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Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte)

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Campo Grande está apta a ser mais um polo do Centro de Referência Paralímpico Brasileiro no país. A Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) acompanhou, nesta terça-feira (22), vistoria técnica do supervisor de Centros do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Filipe Lopes Barboza. A visita ocorreu nas duas unidades onde as atividades serão executadas: Centro Esportivo Mamed Assem José (Poliesportivo da Vila Almeida) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) – Campus Cidade Universitária.

Durante a vistoria foram avaliados os espaços esportivos, verificando-se o atendimento a critérios de acessibilidade para pessoas com deficiência, sanitários, vestiários, salas e depósitos, condições da estrutura física e acesso do transporte público municipal. “Verificamos se os locais estão aptos a receber pessoas com deficiência, sem nenhuma dificuldade estrutural e que sejam atendidas de forma digna”, explica Filipe Barboza.

O supervisor do CPB deu “sinal verde” para a implantação do Centro na capital sul-mato-grossense. “Campo Grande tem uma estrutura muito boa, tanto no Poliesportivo da Vila Almeida quanto no complexo esportivo da UFMS e está apta para ser sede. Vamos conseguir atender as pessoas com deficiência com dignidade e qualidade. Fecharemos os trâmites burocráticos para implementarmos o Centro de Referência o mais rápido possível”.

O Centro de Referência vai fomentar a prática de modalidades paradesportivas, da base ao treinamento de alto rendimento, atendendo paratletas da capital e do interior. O objetivo inicial é valorizar pessoas com deficiência, promovendo-as socialmente por meio do esporte. Posteriormente, a missão é revelar talentos para despontarem a nível nacional por meio do treinamento de excelência.

“A partir do momento que uma pessoa passa a ter mais oportunidades através do esporte, a cidade e o estado ganham muito em termos de saúde e inclusão social. Além disso, Mato Grosso do Sul, que já é uma referência paralímpica nacional, vai apostar na formação e revelação de grandes talentos com essas duas unidades”, salienta o diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Ferreira Miranda.

Funções de cada unidade

A unidade da Vila Almeida trabalhará, inicialmente, com o parabadminton e goalball. Já na UFMS, onde é desenvolvido o projeto de extensão “Incluir pelo Esporte” pela Faculdade de Educação (Faed), e apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Esportes (Proece/UFMS) e Fundesporte, serão desenvolvidas as modalidades bocha adaptada, paratletismo e paranatação.

Na instituição federal, haverá supervisão de professores e acadêmicos do curso de Educação Física, que agora passarão a ter orientação técnica, incremento de equipamentos e materiais com a instauração do Centro de Referência.

Campo Grande será uma das 11 cidades brasileiras com o Centro. Atualmente a base de treinamento paralímpica está ativa em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Uberlândia (MG), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Aracaju (SE), Boa Vista (RR), Blumenau (SC), Maringá (PR) e Brasília (DF).

A Fundesporte será responsável, entre outras obrigações, pela contratação de profissionais de Educação Física para atuar nos treinamentos no Poliesportivo da Vila Almeida, manutenção de equipamentos e adequação de instalações físicas.

Além de implementar sua metodologia de trabalho, o CPB ficará encarregado de indicar e orientar coordenador técnico quanto ao planejamento estratégico das modalidades, acompanhar o desempenho do Centro por meio de visitas e relatórios mensais, traçando estratégias para o melhor desenvolvimento das atividades; capacitar profissionais e acadêmicos de Educação Física indicados pela Fundesporte por meio de cursos multidisciplinares à distância e presenciais, e disponibilizar equipamentos para o fomento dos treinos.

No Centro, além do programa de treinamento esportivo e aprimoramento de profissionais, serão catalogadas informações e dados de relevância para o avanço de pesquisas científicas nas áreas de Educação Física, Nutrição, Fisioterapia, Medicina e Psicologia. A produção científica será feita pela UFMS.

Na Vila Almeida, acompanharam a vistoria técnica o diretor-executivo da Fundesporte, Silvio Lobo Filho; a gerente-geral de Desenvolvimento de Atividades Desportivas, Karina Pereira Quaini e o coordenador do Poliesportivo, Rui Lima. Na Universidade, participaram da visita o assessor especial da presidência da Fundesporte, Paulo Ricardo Nuñez, a orientadora do projeto “Incluir pelo Esporte”, Marina Salerno e as técnicas desportivas Anne Talitha Silva, Marli Cassoli e Maristela Amaral.

Veja mais fotos na galeria: Vistoria do CPB em Campo Grande

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS