quinta, 04 de junho, 2026
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Na última sexta-feira (16) foi comemorado o dia do repórter. Encarar os desafios da reportagem é uma das missões de Hélio Lima, que tem como característica produzir conteúdos independentes voltados para o esporte sul-mato-grossense por meio dos blogs A Bola Rolou e Holeshot e plataformas digitais.
Natural de Coxim, Hélio Lima é formado em jornalismo na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e ainda no período acadêmico, quando estava estagiando, percebeu que haviam algumas lacunas que necessitavam ser preenchidas no esporte de MS.
Para se diferenciar da concorrência, Hélio criou um estilo próprio e optou por fazer “coberturas alternativas” com o propósito de dar visibilidade para outras modalidades.
“Quando eu fazia Faculdade entrei no site Esporte Ágil, que abriu portas para muitos acadêmicos da UFMS para poder fazer estágio e eu tive essa oportunidade. Em 2014 os sites eram muito fortes e tinha que ter produção autoral, o que foi muito importante e eu vi que o futsal era uma modalidade muito presente principalmente no interior e as próprias corridas de motocross”, lembra Hélio.
Dos terrões das áreas de competições do futebol amador e das pistas de corridas de motocross e velocross, Hélio Lima passou a acompanhar de perto o futsal dentro e fora de quadra, convivendo e frequentando ambiente com atletas e organizadores. “Uma coisa que eu aprendi na UFMS foi a tal da imersão. De ter contato e vivenciar aquilo que você está cobrindo. No futsal, eu era molequinho e cheguei a jogar, eu tinha uma certa noção de como as coisas funcionavam. Eu sabia que eu só ia entender e aprender as histórias, viajando com os caras, tomando uma (cerveja) no jogo e eu tento ter essa imersão e o trabalho vai evoluindo de acordo com a necessidade” afirma Hélio.
O jornalista em pouco tempo, começou a se tornar parte integrante daquele meio, ao ponto de criar um blog para divulgar as notícias e fazer lives no canal A Bola Rolou no YouTube, primeiramente contando com o suporte financeiro advindo do site Esporte Ágil e depois contando com o apoio de patrocinadores.
“Quando eu comecei a cobrir futsal, os jogos estaduais da Federação eram no Rádio Clube e eu ia lá, assistia, pegava os resultados, só que eu fui notando que ninguém gravava esses jogos. Eu nem sabia ligar a minha câmera direito, gravei porque os veículos de mídia que em tese deveriam se preocupar com isso, por vários motivos não cobriam e eu comecei a cobrir. Fui começando a gravar os jogos, aí começou a abrir um monte de portas, porque a gente começou a fazer mais parcerias para continuar o trabalho. Eu tenho uma pitada meio de historiador, de querer registrar tudo aquilo e isso ficar de arquivo”, diz Hélio.
Para “abastecer” o site Esporte Ágil, Hélio Lima passou a escrever matérias exclusivas com o objetivo de alcançar os mais variados públicos. Diante desse pressuposto, criou o Blog Holeshot com o conceito de informar e trazer em “primeira mão”, todas as novidades do motociclismo de MS. “Eu tinha um trabalho com o futebol amador que eu ia nos bairros da cidade fazer a cobertura, postava os resultados e as matérias das rodadas. Porque como tinham vários campeonatos e tinha uma audiência legal, compensava mais do que cobrir o próprio futebol profissional, porque tinha campeonatos o ano inteiro, então e eu conseguia me manter. Eu sempre gostei de corrida, quem me segue nas redes sociais sabe. Eu fico postando vídeo de Nascar e de várias categorias automobilísticas. Conheci o velocross que é mais ou menos o motocross sem obstáculos, só reta e curva e ali eu comecei a criar esse vínculo”, lembra Hélio.
Se por um lado, a paixão pelas corridas fez com que Hélio Lima se dedica-se ao trabalho voltado para as pistas, por outro, também contribuiu para que Danielle Mugarte (que trabalhou como assessora de imprensa de motociclismo local e nacional) volta-se aos gramados, ao criar a rede social chamada ABR Sports.
“A Dani teve uma experiência trabalhando na assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e quando eu a reencontrei no final de 2022, ela estava trabalhando com a FEMEMS (Federação Sul-Mato-Grossense de Motociclismo), a gente conversava bastante e trocava experiências. No meu caso, eu era um maníaco por corrida, era de carro, só que com a proximidade com a moto, eu já tive aquela identificação. E a Dani ela tem aquele lance pelo futebol profissional, que já é uma coisa que eu não tenho né? Aí eu sugeri para ela fazer a cobertura do Estadual Profissional e ela fez. Teve até um jogo do próprio Coxim aqui (em Campo Grande) que ganhou de 1 a 0 do Comercial, que o Tales entrou no segundo tempo e fez o gol, e estourou de audiência, acho que deu mais de 12 mil visualizações”, afirma Hélio.
Em julho, a página da ABR Sports firmou parceria com portal Sem Retranca no Instagram com intuito de contar detalhes sobre a Seleção Brasileira Feminina durante o Mundial da Austrália e da Nova Zelandia, chamado Minuto Copa do Mundo também com a apresentação de Dani Mugarte. Já Hélio Lima que durante muito tempo foi uma referência para os amantes da bola pesada, segue atuando nas produções para o blog Holeshot promovendo os corredores com enormes potenciais no estado, basicamente como um social mídia.
“O nosso trabalho hoje é gravar os vets, produzir as matérias, fazer a repercussão e parcerias para soltar umas entrevistas. Eu vou para corrida, gravo as baterias, fico de feed maker, daí no intervalo eu converso com os pilotos e vejo como estão as coisas, a gente fecha algumas parcerias para fazer vídeo deles, eu edito e vou soltando com o decorrer da semana no YouTube, no Instagram e no Blog Holeshot. Comecei com o boletim que eu solto somente com os destaques da semana e pretende mexer numa revistinha e fazer uma greef holeshot para vender camisetas e bonés. É um ambiente muito familiar e eu acho que algo que devia ser bem mais explorado até pela própria mídia esportiva daqui, porque você tem eventos do início de fevereiro até final de dezembro e eu gosto mais de corrida do que de futebol. Futebol, eu brinco com os amigos, que assisto para ter assunto para conversar com os outros. Muitos pilotos são empresários, tem muita paixão no meio, todo mundo se ajuda e você consegue ter uma coisa mais profissional” finaliza Hélio Lima.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS