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Coxim registra saldo negativo de -109 vagas de empregos na indústria

No acumulado do ano, o total de vagas encerradas foi de 4.582, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems

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1 de outubro de 2015

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Redação/Fiems

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Agosto foi o 6º mês consecutivo de queda na abertura de empregos no setor industrial e registrou fechamento de 908 vagas em Mato Grosso do Sul. No acumulado do ano, o total de vagas encerradas foi de 4.582, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul).
O setor é composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública. De acordo com o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, os segmentos industriais que apresentaram as maiores reduções no mês de agosto foram indústria química, com fechamento de 263, indústria têxtil e do vestuário, -211 vagas, indústria da construção, com 199 vagas a menos, indústria de produtos alimentícios e bebidas -158 e indústria mecânica, com 144 vagas a menos.
“No acumulado de janeiro a agosto, as maiores reduções ocorreram na indústria da construção (-1.727), indústria de produtos alimentícios e bebidas (-1.459), indústria têxtil e do vestuário (-829), indústria mecânica (-419) e indústria metalúrgica (-369)”, enumerou.
Ainda conforme Resende, considerando o conjunto da economia estadual, em agosto foram fechadas 1.487 vagas, enquanto no acumulado do ano o resultado aponta o encerramento de 126 postos de trabalho, ou seja, até julho o saldo ainda era positivo de 914 vagas, com as correções para o período, pela segunda vez no ano o saldo ficou negativo.
O conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou agosto de 2015 com um contingente de 130.101 trabalhadores formalmente empregados, o que representa queda de 0,61% em relação a julho.
Segundo o coordenador, com a redução ocorrida em agosto, a indústria deixou de responder pelo 2º maior contingente de trabalhadores formais do Estado. “Atualmente, a atividade industrial responde por 19,9% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás do setor de serviços, que emprega 194.704 trabalhadores com participação equivalente a 29,8%, e da administração pública, com 130.366 trabalhadores ou 20,0% do total”, exemplificou.
Municípios – Em 41 municípios, as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a agosto de 2015, proporcionando a abertura de 2.185 vagas. São Gabriel se destaca com geração de 444 vagas, seguido de Angélica com 251 contratações, Rio Brilhante com 229 vagas, Maracaju 140 novas vagas, Nova Andradina registrou 138, Chapadão do Sul e Itaquiraí com 133 vagas.
Por outro lado, 33 municípios registraram saldo negativo e proporcionou fechamento de 6.767 vagas. O município de maior destaque foi Campo Grande, que fechou 1.756 vagas.
Em seguida, Três Lagoas registra o fechamento de 1.085; Bataiporã -665; Paranaíba -634; Nova Alvorada do Sul -442; Caarapó -404; Naviraí -305; Dourados -281; Aparecida do Taboado -194; Corumbá -181; Eldorado -131; Coxim -109 e Ribas do Rio Pardo -107.
Saldo positivo - De janeiro a agosto de 2015, ao todo 97 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando, a abertura de 3.611 vagas, no Estado. Sendo assim, a atividade de maior destaque foi abate de suínos, aves e outros pequenos animais, com criação de 468 vagas. A fabricação de açúcar bruto gerou 448 vagas, seguido da construção de obras de arte especiais com geração de 267 vagas.
Entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 100 vagas destacaram-se abate de reses, exceto suínos (-2.304), construção de rodovias e ferrovias (-673), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-623), construção de edifícios (-541), confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas (-315), fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico (-294), serviços de catering e bufê e outros serviços de comida preparada (-219).

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS