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Coxim realiza Reunião Ampliada pela Igualdade Racial e reforça combate ao racismo estrutural

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16 de julho de 2025

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Glenda Melo / Diário do Estado

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Com o compromisso de fortalecer políticas públicas voltadas para a justiça social e o combate ao racismo, a Prefeitura Municipal de Coxim, por meio da Secretaria de Cidadania e Assistência Social (SEMCAS), em parceria com o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR) e o CRPIR COINTA, realizou na noite do dia 15 de julho, no Auditório José Guedes de Melo, a Reunião Ampliada pela Igualdade Racial.

 O Evento reuniu autoridades, representantes da sociedade civil, lideranças religiosas e movimentos sociais em defesa da equidade racial.

Com o tema “Igualdade e Democracia, Reparação e Justiça Racial”, o encontro foi marcado por falas potentes, escutas sensíveis e reflexões necessárias. O evento reuniu representantes de associações, movimentos sociais, lideranças comunitárias, segmentos religiosos de diferentes matrizes, além de autoridades locais como o prefeito Edilson Magro, vereadores, secretários e convidados da sociedade civil.

A programação teve início com uma vibrante apresentação cultural do grupo de capoeira do Mestre Pernalonga, que resgatou elementos da ancestralidade afro-brasileira por meio do movimento e da musicalidade. A capoeira, símbolo de resistência e identidade negra, abriu os trabalhos com a força de sua tradição e história.

A palestra principal da noite foi conduzida pelo Promotor de Justiça Marcos André Sant’Ana, que abordou de forma direta e reflexiva os impactos históricos e sociais do racismo estrutural no Brasil. Segundo ele, “o racismo não se apresenta apenas em atitudes individuais, mas está profundamente enraizado nas instituições, nas oportunidades negadas, no acesso desigual à educação, à saúde e ao mercado de trabalho”. O promotor destacou ainda a importância da reparação histórica e da ação conjunta entre poder público e sociedade civil na construção de uma democracia verdadeiramente inclusiva.

A Reunião Ampliada reforçou a urgência de se enfrentar o racismo em todas as suas dimensões: estrutural, institucional e simbólica. Em um país marcado por profundas desigualdades raciais, eventos como esse são essenciais para abrir espaços de escuta, diálogo e construção de políticas efetivas de equidade racial.

Coxim dá um passo importante ao promover esse debate de forma ampliada e participativa, reunindo vozes diversas em prol de um mesmo objetivo: garantir direitos, dignidade e respeito à população negra e a todos os grupos historicamente marginalizados.

O evento se consolidou como um marco local na luta antirracista e deixou o compromisso de continuidade: que a igualdade racial não seja apenas pauta de uma reunião, mas política permanente, atravessando decisões, práticas e ações em todos os setores da sociedade.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS