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Combate a exploração sexual

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Coxim fortalece combate à exploração sexual de crianças e adolescentes

Foi realizado no último dia 27 a Oficina de Turismo, Hospitalidade, Qualificação e Proteção à Infância e à Juventude, no auditório do Sebrae Regional Norte, em Coxim.

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6 de março de 2018

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Fabio Pellegrini

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Foi realizado no último dia 27 a Oficina de Turismo, Hospitalidade, Qualificação e Proteção à Infância e à Juventude, no auditório do Sebrae Regional Norte, em Coxim. Com a participação de 20 pessoas entre empresários, conselheiros municipais de Turismo, autoridades municipais e membros da Rede de Proteção à Infância e à Juventude, envolvendo Conselho Tutelar, Conselho Municipal de Assistência Social, entre outras instituições.
O evento foi realizado pela Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur) e a Prefeitura de Coxim, com apoio do Sebrae Regional Norte e teve como objetivo difundir ações de prevenção à violência, visando garantir os direitos das crianças e adolescentes, em especial, o enfrentamento às violações de direitos humanos sexuais e ao trabalho infanto-juvenil em ambientes destinados ao turismo.
O secretário municipal de Desenvolvimento Sustentável, Carlos Henrique Ferreira, fala da relevância do evento para o desenvolvimento do município: "Coxim é uma cidade que recebe muitos turistas. São pessoas que querem visitar o Pé-de-Cedro, o nosso museu, que querem pescar, fazer trilhas. Temos um bom fluxo de turistas. É de extrema importância que cuidemos de nossas crianças e essas isso vêm de encontro com anseio da nossa população, de proteger nossas crianças e jovens".
Tania Regina Comerlato, gestora de ações sociais da Fundtur explica que essa oficina é itinerante e faz parte de um programa abrangente: "Nós já estivemos aqui em setembro passado e agora estamos retornando para traçar um plano de enfrentamento à violência e à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo. Os gestores do turismo, a comunidade em geral, bem como os empresários, estão bastante envolvidos. Estamos desenvolvendo um plano estratégico de algumas ações para pensar em um turismo mais sustentável, um turismo que queremos para o futuro".
"Nos meios de hospedagem, os empreendedores e seus colaboradores devem se posicionar quando algum hóspede pedir alguma menina e dizer que este tipo de situação eles não aceitam aqui dentro da cidade. Os empresários de bares e restaurantes devem atuar na prevenção a todo e qualquer tipo de violência inclusive não realizando a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, também se posicionando que é uma lei. É preciso cultivar esta cultura da paz a cultura da não-violência. Há também uma preocupação no transportador de turismo: eles também devem se posicionar quando forem levar alguma criança na viagem,  pedir documentação, com foto desta criança, porque elas não podem viajar desacompanhada dos pais. Então com isso toda a cadeia produtiva do turismo vai estar contribuindo os diretos da criança e adolescente", explica Tania.
Bolivar Porto, integrante da equipe da Fundur explica que a instituição desenvolve várias atividades além de sua missão primordial, que é promover e fomentar a estruturação do turismo de Mato Grosso do Sul. "São programas como a oficina de Hospitalidade, o programa Cama-Café e este que estamos desenvolvendo em Coxim e todo o MS, de enfrentamento à violência e exploração sexual de crianças e adolescentes e violência contra a mulher, entre outros", resume ele.
"O turismo é uma indústria que trabalha com gente. Somos um estado riquíssimo no potencial de natureza, com recursos pesqueiros e uma série de atrativos naturais que atraem o turista de fora. E o destino turístico precisa estar preparado para atender esse turista. O turismo em si só funciona se o turista voltar para a origem dele recomendando o destino para outras pessoas", explica Bolivar.

 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS