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Coxim: falta de lixeiras causa problema ambiental

O lixo urbano estagnado entupindo bueiros confere um risco à saúde, porque é um tipo de poluição que também causa degradação ambiental

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20 de fevereiro de 2015

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Jaqueline Lorena/ DES - Desenvolvimento. Educação e Saúde do Pantanal

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        Um problema que afeta a cidade de Coxim é a falta de lixeiras nas avenidas Virgínia Ferreira, Viriato Bandeira e Antônio de Albuquerque e Filinto Müller, fazendo com que os frequentadores das avenidas joguem os seus lixos no chão, sem terem outra opção, causando constrangimento tanto para os moradores da cidade, para o comércio assim como para os visitantes que aqui vem para prestigiar a nossa cidade que é  rica em biodiversidade na fauna e flora, tornando-a conhecida como uma cidade suja e sem cuidados. 

        É necessário que o Ministério Público Municipal, que atua na defesa do patrimônio público e social e do meio ambiente, tome a devida providência em respeito ao nosso município e a população coxinense, fazendo-se distribuir primeiramente, lixeiras por estas avenidas, locais alvos de maior circulação pública.

        O sistema de esgoto nas avenidas Filinto Müller, Viriato Bandeira, Antônio de Albuquerque e Virginia Ferreira, possui em torno de 125 bocas-de-lobo, cerca de 35 estão em perfeito estado para escoamento das águas, e cerca de 90 se encontram entupidas por lixo ou matérias orgânicos como folhas, matos; o que propicia o alagamento nas avenidas no centro. 

        O lixo urbano estagnado entupindo bueiros confere um risco à saúde, porque é um tipo de poluição que também causa degradação ambiental. Constituído em grande parte por matéria orgânica biodegradável o lixo entra rapidamente em decomposição, no entanto, não ocorrendo o recolhimento periódico desse material, ocorre a formação de um líquido escuro, ácido e mal cheiroso, conhecido como chorume, que se infiltra no solo e contamina as águas resultando em resíduo tóxico. Quando ocorrem as chuvas na cidade, os lixos jogados costumam escoar com as águas das chuvas devido a declividade da cidade, com o sentido centro, onde se encontra a avenida Filinto Müller, que fica as margens do Rio Taquari, que será o destino final desses resíduos. Recentemente o Jornal Diário do Estado publicou uma matéria sobre a falta de limpeza urbana e fotografou vários pontos da avenida com lixo acumulado.

        São alarmantes os riscos envolvendo o lixo urbano para o ecossistema do rio Taquari, pois, o lixo leva animais e plantas à morte, por asfixia e intoxicação. Interferindo no ambiente por acumulação, o lixo até mesmo é confundido como comida por várias espécies. O lixo no rio se torna um desafio de grandes proporções, sendo uma das mais onipresentes formas de poluição, que rotineiramente por descaso, tem dado enormes prejuízos ao meio ambiente e conferindo danos por acidentes ambientais pelo alagamento, envolvendo o trânsito urbano.

        São atitudes simples que podem dar uma melhor qualidade de vida para a população e a exemplo de cidade vizinha como São Gabriel do Oeste, o lixo é recolhido na forma de coleta seletiva, e toda a população se mobiliza para guardar de forma correta e separada, ajudando assim na reciclagem dos resíduos sólidos. Até o comércio recolhe materiais inorgânicos como pilhas, caixas de leite, papel entre outros. A consciência precisa começar a fazer parte da administração da cidade e da vida dos seus moradores.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS