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Cantora relata que, após contrair o vírus três vezes, há meses enfrenta sequelas da Covid-19, entre elas, o "efeito sanfona" que a deixa inchada, eventualmente. No final de semana, vídeos da artista em show do Pará viralizaram e preocuparam fãs por conta do inchaço do rosto da cantora.
1 de junho de 2022
G1 Pará
Joelma em foto postada nesta terça (31), e em show no Pará, no domingo ( 29): "efeito sanfona provocado pela sequela de covid-19", explica a cantora / Reprodução
Em show realizado no último domingo (29), em Parauapebas, no Pará, a cantora Joelma apareceu com rosto inchado e deixou os fãs preocupados. O inchaço, de acordo com a própria cantora, é uma sequela da Covid-19. Joelma teve a doença três vezes. Ela explicou que o vírus deixou um "efeito sanfona" e que há dias nos quais o corpo fica inchado, mas depois volta ao normal.
Ontem (31), Joelma postou novas fotos nas redes sociais. Nas imagens, o rosto da cantora está aparentemente desinchado. O g1 procurou profissionais da área de saúde para esclarecer quais sequelas ou sintomas o vírus pode causar.
A infectologista Andrea Beltrão disse que é raro que ocorra esse tipo de sequela.
"Essa sequela não é comum, não tem relação com procedimentos estéticos. O edema que ocorre após a Covid-19 é devido o processo inflamatório intenso que leva a trombose na microcirculação".
A médica explicou que reinfecções não potencializam os problemas, o efeito é contrário e "a tendência é que os sintomas seja mais leves".
A vacina contra covid, quando aplicada em pessoas que usam ácido hialurônico, pode causar esse problema?
A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (SBD-RESP) publicou uma nota com estudos feitos pela revista científica New England Journal of Medicine (NEJM).
A pesquisa foi realizada com a vacina da Moderna. A pesquisa contou com 30 mil voluntários(metade foi vacinada e a outra metade recebeu um placebo). Apenas duas mulheres que haviam feito preenchimento facial de dois a seis meses antes do teste com a vacina contra Covid relataram inchaço no local de aplicação dos preenchedores.
"Duas pessoas em um grupo de mais de 30 mil não é considerado um número estatisticamente significativo. Além disso, efeitos colaterais advindos da aplicação de preenchedores faciais não são apenas raros, mas também transitórios e benignos. Geralmente, eles se caracterizam pela presença de sinais inflamatórios (inchaço, vermelhidão, calor e dor no local da aplicação do preenchedor) e respondem bem ao tratamento, que é individual e deve ser sempre prescrito por um dermatologista", aponta a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (SBD-RESP)
Depois de uma infecção por Covid-19, ou mesmo a vacinação, ocorre um processo inflamatório no organismo e ele pode interagir com o ácido hialurônico presente nos tecidos aplicados. A dermatologista Ana Luiza Esteves comenta o motivo de ocorrer esse processo na face.
"É um lugar onde mais aplicamos ácido hialurônico, mas pode ocorrer em outras partes do corpo. Não é um evento tão comum, mas pode acontecer e é atribuída ao preenchimento facial. Tem alguns casos realmente que podem ocorrer sem o ácido hialurônico, mas eles são realmente bem pequeno", disse a dermatologista.
Esse processo pode ocorrer por causa de outras doenças, mas esse problema tem sido bastante relacionado ao covid-19. A médica ressalta que é importante tomar as vacinas disponíveis, mesmo que esse problema ocorra.
"Até porque a própria doença pode desencadear esse quadro. Quando isso acontece, existe tratamento e os pacientes costumam responder muito bem".
Ana Luiza Esteves explica que existe tratamento para esse inchaço.
"O tratamento é com substâncias anti-inflamatórias como corticoides. Em alguns casos pode ser necessário o ácido hialurônico com uma substância chamada hialuronidase, é como se ela dissolvesse esse hialurônico para ele não ficar mais presente neste tecido onde ele está", afirmou.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS