quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Geral

A+ A-

Copiloto de avião de Marília Mendonça falou em morte antes do acidente

Nagila Viana ainda escreveu que o parente era “exemplo de amor e devoção a Deus”.

Icone Calendário

12 de novembro de 2021

Icone Autor

Metrópoles

Continue Lendo...

A irmã do copiloto Tarciso Pessoa Viana, 37 anos, que comandava o voo de Marília Mendonça a Caratinga (MG), postou um vídeo onde é compartilhada a última mensagem pregada por ele antes do acidente em uma igreja do Distrito Federal. Nagila Viana ainda escreveu que o parente era “exemplo de amor e devoção a Deus”.

A gravação é precedida de uma explicação. A voz de uma mulher contextualiza a morte de Tarciso e destaca que a fala do tripulante da aeronave se refere à passagem bíblica do rei Isaías, que estava sentenciado à morte, mas Deus o concedeu mais 15 anos de vida.

O copiloto diz que viu a história de um pastor americano impressionado com o “peso” que uma igreja tinha no ambiente e diz que a oração feita onde eles estavam naquele momento com certeza foi transformadora. “Tudo mudou neste momento”.

Sepultamento ocorreu no domingo (7/11)

O corpo do copiloto foi velado e sepultado no domingo (7/11) no Cemitério de Taguatinga.

O filho de Tarciso, Pedro Viana, 21 anos, estudante de aviação civil, desabafou durante o sepultamento do piloto: “Meu pai é meu herói. É meu espelho”. Cursando o último semestre no Centro Universitário Icesp, o jovem pretende seguir o legado do pai. “Creio que, quando eu receber meu diploma, meu pai vai estar muito feliz, muito animado, nós brincávamos muito. Meu pai era meu melhor amigo. Eu não tinha vergonha de andar abraçado com ele”, conta.

“Ele amava tudo, amava a família, me amava, amava minha irmã, amava minha madrasta. Ele era o melhor em tudo. Melhor pai, melhor amigo, melhor na aviação, melhor na igreja. Ele se dedicava ao máximo em tudo o que você imaginar”, relembra Pedro, após o enterro.

Tarciso tinha 12 anos de profissão e era morador de um condomínio em Samambaia. Familiares vestiram camisetas em homenagem ao profissional, morto no acidente aéreo na sexta-feira (5/11), na região de Caratinga (MG). Além dele e do piloto, morreram Marília Mendonça, o tio e um produtor dela.

A frase “O sonho de tocar o céu” vem embaixo de uma das fotos do copiloto estampadas nas camisetas. Ele deixa a esposa, Marta Viana, 31, grávida de 7 meses, e dois filhos – Nicole, de 5, e Pedro, de 21 anos. A família soltou balões brancos em homenagem ao profissional após a oração final. Entre as coroas de flores com condolências à família, uma foi enviada pela primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

Continue Lendo...

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

Continue Lendo...

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS