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Consumidores com contas atrasadas podem parcelar em até 12 vezes, informa Energisa

A concessionária que administra a distribuição de energia em MS, Energisa, anunciou na última terça-feira (31) medidas para facilitar o pagamento de contas atrasadas dos consumidores diante da pandemia do Covid-19

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2 de abril de 2020

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Midiamax

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A concessionária que administra a distribuição de energia em MS, Energisa, anunciou na terça-feira (31) medidas para facilitar o pagamento de contas atrasadas dos consumidores diante da pandemia do Covid-19, o novo coronavírus. A empresa começou a oferecer novas modalidades de negociação para cliente residenciais, residencial rural e serviços essenciais.

A empresa destaca que é importante ressaltar que as condições facilitadas, que vão de 10% de entrada a 12 parcelas mensais, valem para clientes com contas em atraso a partir de um dia.

Antes, esse tipo de benefício era concedido apenas a consumidores com contas atrasadas há mais de 30 dias. “Estamos sensíveis diante desse momento difícil e queremos ajudar os nossos clientes a manterem o equilíbrio financeiro durante o período de pandemia de Covid-19”, afirma Helier Fioravante, gerente comercial.

Os clientes podem solicitar a negociação sem sair de casa, utilizando os canais digitais de atendimento: WhatsApp da Gisa 67 99980 0698, aplicativo Energisa On (disponível nas lojas virtuais), o site energisa.com.br e o 0800 722 7272. As agências de atendimento estão temporariamente fechadas, seguindo a determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para evitar a propagação do novo coronavírus.

O faturamento do consumo continua normal, de modo a garantir a manutenção do fornecimento de energia, essencial para famílias, negócios e hospitais.

Os clientes podem quitar suas contas nos canais tradicionais, como aplicativo do banco, agências bancárias, banco 24h e outros agentes arrecadadores, como mercados, farmácias e lotéricas, que seguem abertos. A lista e os endereços desses agentes estão disponíveis no site da Energisa, clicando aqui.

Pagamento por débito automático

Fioravante recomenda que o cliente use os canais digitais de pagamento ou solicite à Energisa a inclusão do pagamento por débito automático, a fim de evitar aglomerações nos canais de pagamento presenciais e uma possível contaminação pelo coronavírus.

“Além dos canais de pagamento virtuais, o cliente ainda pode recorrer ao débito em conta pelo site da distribuidora. Basta que ele tenha conta em um dos bancos conveniados – que podem ser conferidos clicando aqui – e aceite os termos da adesão. Mas caso seja realmente necessário realizar o pagamento pessoalmente, incentivamos que tome todas as medidas de prevenção, como manter a distância de pelo menos 1 m e usar álcool em gel após o uso dos dispositivos”.

Apesar de os cortes de energia por atraso de pagamento estejam suspensos por 90 dias por determinação da Aneel, a Energisa alerta para a inadimplência dos consumidores.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS