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Consórcio negociará recursos e mudanças nas obras de duplicação da BR-163

O presidente do consórcio e prefeito de Rio Verde, Mário Alberto Kruger, salientou que esta união fará toda a diferença na mesa de discussões com a CCR

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13 de agosto de 2014

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Um consórcio formado por 20 cidades de Mato Grosso do Sul irá discutir a partir de agora as mudanças e os impactos decorrentes da duplicação da BR-163. O consórcio ainda irá negociar os valores advindos do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) correspondentes às obras, cujo levantamento preliminar, deve gerar recursos da ordem de R$ 1 bilhão aos municípios envolvidos nos primeiros cinco anos.
O protocolo de intenções do consórcio foi assinado ontem (12), no gabinete do prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP). Além da capital, fazem parte deste grupo os municípios de Dourados, Caarapó, Camapuã, Douradina, Eldorado, Itaquiraí, Jaraguari, Juti, Mundo Novo, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Verde, Rochedo, São Gabriel do Oeste e Sonora.
O diretor executivo da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), Alan Monteiro, disse que com a formação deste consórcio, os municípios terão liberdade para negociar e debater as ações diretamente com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e com a empresa CCR MS/Via, responsável pelas obras e administração da concessão durante 30 anos.
O presidente do consórcio e prefeito de Rio Verde, Mário Alberto Kruger, salientou que esta união fará toda a diferença na mesa de discussões com a CCR, já que os municípios de forma individual não conseguiriam o mesmo alcance e respeito.
“Esta obra vai nos beneficiar muito, porém precisamos estar preparados para as mudanças. Sabemos que irá gerar recursos através dos impostos e que iremos investir principalmente em saúde”. Mário Kruger ainda disse que a estrutura montada pela CCR irá dar apoio necessário em caso de acidentes na rodovia.
O prefeito de Pedro Gomes, Francisco Vanderlei Mota, lembrou que a formação do consórcio aconteceu após quatro reuniões consecutivas sobre o tema, o que mostra que os prefeitos estão organizados e preparados para esta mudança. “Nós dependemos do ICMS e do FPM para sobreviver, agora teremos uma nova receita a disposição”, ressaltou.
A CCR MS/Via tem um prazo de cinco anos para realizar a duplicação da rodovia, no trecho entre Sonora, no extremo norte, até Mundo Novo, no extremo sul. Neste primeiro ano de obras e serviços, a concessionária precisa cumprir a meta de 80 quilômetros de extensão em duplicação, além de implantar no segundo semestre uma série de serviços, tais como, sistema de controle de tráfego, sistema de atendimento aos motoristas, atendimento médico, socorro mecânico, e instalação de pontos de apoio e parada aos usuários da rodovia. (Carlos Pires/CG News)

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS