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Conferência dos Direitos da Criança e Adolescente tem grande participação da comunidade

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23 de novembro de 2018

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Assessoria

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Na tarde de quarta-feira (21 de novembro), mais de duzentas pessoas, entre crianças, jovens, adultos e idosos assistidos pela Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas), seus servidores, membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e do Conselho Tutelar de Coxim participaram da 9ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. O tema foi "Proteção Integral, Diversidade e Enfrentamento das Violências".
A realização do evento segue as orientações do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), com vistas a qualificar técnica e politicamente os trabalhos e debates em todo o processo conferencial, o qual avançou na estruturação de proposta metodológica organizada em cinco pontos temáticos.
O evento, realizado no Centro de Convivência Real Idade, no bairro Senhor Divino, foi aberto com apresentação cultural das crianças assistidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
Na sequência, com a mesa formada pelas autoridades presentes - a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Natalina Souza, a titular da Delegacia da Mulher de Coxim, delegada Sandra Regina, a diretora da UFMS campus Coxim, Professora Doutora Eliene Dias, a diretora de Ensino do IFMS Coxim, Professora Mestra Paula Viana, o vereador Abílio Vanelli representando a Câmara Municipal, Daiana Oliveira da Silva, representando as crianças e adolescentes do município, o palestrante Ricardo Silva Giglio Junior, e o secretário municipal de Cidadania e Assistência Social, Adenilson Vilalba - foi executado o Hino Nacional.
Em seguida foram proferidos os discursos da presidente do CMDCA e do representante da Câmara dos Vereadores e feita a leitura do Leitura do Regimento Interno, pela conselheira Mayara Cristine Duarte,  para aprovação dos presentes.
Na sequência, o filósofo Ricardo Silva Giglio Junior proferiu a Palestra Magna, na qual ressaltou a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente, no qual, destacou: "Além dos direitos, há também deveres a serem cumpridos. Os pais e responsáveis devem ouvir os filhos quando esses retornam da escola, dar-lhes um abraço, se interessarem em saber como foi seu dia na escola, pois a criança e o adolescente querem ser ouvidos pelos pais. E se os pais não o fizerem, as más companhias  o farão", alertou o professor.
Posteriormente foram formados os grupos de trabalho para apresentação de propostas e eleição dos delegados. Para o secretário Adenilson, o evento foi muito positivo: "Nossa equipe técnica, junto com os conselhos e os órgãos e entidades têm desenvolvido um bom trabalho de atendimento às crianças e aos adolescentes e debatendo políticas públicas. É um dia muito especial, agradecemos ao prefeito pelo apoio de sempre à nossa causa e pela participação de todos por se dedicarem". 

 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS